Levantamento aponta equilíbrio nos dois turnos da disputa; Supremo aguarda manifestação de Mendonça e paralisações avançam pelo país
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Pesquisa nacional aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência a menos de um mês do primeiro turno. A crise entre o STF e a PF se aprofunda com prazo para manifestação sobre afastamento de diretor. Bancários ampliam greve nacional, e a semana tem jogos decisivos nas competições continentais de futebol.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
A disputa pela Presidência segue praticamente empatada a menos de quatro semanas do primeiro turno. Pesquisa nacional Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 9, mostra Luiz Inácio Lula da Silva com 38,4% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, com 37,3%. A diferença de 1,1 ponto percentual está dentro da margem de erro do levantamento, de 2,5 pontos para mais ou para menos.
Atrás dos dois líderes aparecem Augusto Cury, com 6,6%, Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 4%, e Romeu Zema e Pablo Marçal, com 1,5% cada. No segundo turno, o empate é exato: Lula e Flávio registram 46% das intenções de voto. Entre os demais cenários testados, Caiado é quem mais se aproxima do presidente, com 42% contra 46% de Lula.
O equilíbrio também aparece na rejeição. Lula é rejeitado por 46,6% dos entrevistados, e Flávio, por 45,7%. A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1. 500 eleitores em todo o país entre 4 e 7 de setembro e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-07935/2026.
A crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal e a Polícia Federal ganhou um novo prazo nesta semana. O presidente da Corte, Edson Fachin, deu 72 horas para o ministro André Mendonça se manifestar sobre o pedido da Advocacia-Geral da União contra o afastamento cautelar do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
Rodrigues foi afastado por decisão de Mendonça, submetida à Segunda Turma. O julgamento foi interrompido por pedido de vista de Gilmar Mendes, mas Luiz Fux e Nunes Marques anteciparam votos concordando com a medida. A AGU recorreu então a Fachin alegando risco à ordem pública e administrativa e sustentando que a retirada do diretor-geral comprometeria a gestão da corporação. A própria página institucional da PF ainda identifica Andrei Rodrigues como diretor-geral.
A reação dentro da Polícia Federal ampliou a dimensão da crise. Diretores da corporação colocaram seus cargos à disposição em apoio a Rodrigues, enquanto a Associação dos Delegados da Polícia Federal questionou a forma do afastamento e defendeu que uma medida dessa natureza fosse apreciada pelo plenário do Supremo.
O episódio se soma à disputa entre Alexandre de Moraes e André Mendonça sobre investigações conduzidas pela PF. Fachin já havia aberto procedimento próprio para reunir esclarecimentos de Moraes, Mendonça, do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e de Rodrigues sobre supostas irregularidades em investigações envolvendo autoridades com foro no STF. Em meio à escalada, o presidente da Corte afirmou nesta terça-feira que o Judiciário “está à altura dos desafios” e que “não faltará à legalidade constitucional”.
Bancários de diferentes regiões do país ampliam as paralisações nesta semana depois da rejeição de propostas apresentadas durante a campanha salarial de 2026. O movimento atinge principalmente empregados da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, embora em alguns estados envolva também outras instituições.
Nesta quarta-feira, 9, o Pará já está em greve geral desde o dia 4, enquanto Maranhão, Rio Grande do Norte e parte de Goiás iniciaram paralisações nesta semana. A partir de quinta-feira, 10, o movimento deve alcançar diversas bases da Caixa e do Banco do Brasil no Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste, Sul e Norte. No Acre, a greve está prevista para começar na sexta-feira, 11.
As reivindicações envolvem reajustes salariais, manutenção de direitos e condições de trabalho, além de cláusulas específicas dos acordos coletivos. Para os clientes, o principal impacto pode ser a redução do atendimento presencial nas agências atingidas. Aplicativos, internet banking, caixas eletrônicos e Pix permanecem como alternativas para serviços disponíveis digitalmente.
A quarta-feira tem rodada importante nas competições continentais. Pela Libertadores, o Palmeiras recebe a LDU às 19h, no jogo de ida das quartas de final. Mais tarde, às 21h30, o Corinthians enfrenta o Estudiantes na Argentina.
A Copa Sul-Americana terá confronto brasileiro às 19h, quando Santos e Atlético-MG se enfrentam na Vila Belmiro pela abertura das quartas de final. Já na Champions League, seis partidas movimentam a primeira rodada da fase de liga. Barcelona e Feyenoord jogam às 13h45, enquanto Liverpool x Atlético de Madrid, PSG x Slovan Bratislava, Sporting x Galatasaray e Napoli x Arsenal começam às 16h.
A Apple realiza nesta quarta-feira, 9, mais uma edição de seu “Apple Event”, no Steve Jobs Theater, em Cupertino, na Califórnia. A expectativa é que a empresa apresente a nova geração de iPhones, com destaque para o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max, além de novas versões do Apple Watch e dos AirPods. O evento também deve marcar a primeira grande apresentação de produtos sob o comando de John Ternus.
A principal novidade esperada é o primeiro celular dobrável da Apple, tratado até agora como iPhone Ultra. O aparelho deve ter formato semelhante ao de um passaporte quando fechado, chip A20 Pro e uma dobradiça mais avançada, além de preço inicial superior a 2.000 dólares. A empresa também deve iniciar a família iPhone 18 pelas versões Pro, enquanto o modelo tradicional ficaria para 2027.
Entre os demais lançamentos esperados estão o Apple Watch Series 12, o Apple Watch Ultra 4 e os AirPods 5. Os relógios devem ganhar novos recursos de saúde e atividade física, enquanto os fones podem trazer melhorias no cancelamento de ruído.
VEJA+IA: Este conteúdo de pesquisa foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.




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