Levantamento esperado para hoje mede a reta final da corrida presidencial, enquanto petista vai aos Estados Unidos

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Novas pesquisas Quaest e BTG/Nexus mostram cenário eleitoral apertado para a corrida presidencial, com Lula e Flávio Bolsonaro na frente. Em paralelo, Lula discursa na ONU defendendo multilateralismo, tensões entre Trump e Irã aumentam e o novo Boletim Focus revelará projeções após o corte da Selic. Fique por dentro dos principais acontecimentos da semana.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

A Quaest deve divulgar nesta segunda-feira, 21, uma nova rodada sobre a eleição presidencial, a primeira do instituto depois da sessão do Supremo Tribunal Federal que tratou do caso envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. O levantamento foi feito entre 17 e 20 de setembro, com 2.004 eleitores, e chega a menos de duas semanas do primeiro turno. Além das intenções de voto, a pesquisa vai medir rejeição, firmeza da escolha e a percepção dos entrevistados sobre eventual efeito da crise no STF sobre sua decisão eleitoral. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-06004/2026.

Na rodada anterior da Quaest, Flávio Bolsonaro havia aparecido com 42% em uma simulação de segundo turno contra Lula, que marcava 40%. Como a margem de erro era de 2 pontos, os dois estavam tecnicamente empatados. No primeiro turno, o presidente tinha 36%, diante de 31% do senador. O novo levantamento também testará Lula em confrontos diretos com Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.

Outra pesquisa divulgada nesta manhã ajuda a compor o retrato da reta final. Na BTG/Nexus divulgada hoje, Lula tem 40% no cenário estimulado de primeiro turno, enquanto Flávio soma 37%; a distância de 3 pontos também fica dentro da margem de erro de 2 pontos. Em uma eventual disputa entre os dois, o placar é de 46% para o presidente e 45% para o senador. A sondagem foi realizada com 2.006 pessoas entre 18 e 20 de setembro.

Lula está em Nova York para participar da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas e fará nesta terça-feira, 22, a fala de abertura reservada tradicionalmente ao Brasil. A expectativa é que o presidente dê destaque à defesa do multilateralismo, à reforma do Conselho de Segurança e à soberania brasileira. Antes disso, sua agenda inclui encontros na cidade e uma reunião prevista com o secretário-geral da ONU, António Guterres.

A viagem ocorre nos últimos dias da campanha antes do primeiro turno. Lula também indicou que pretende buscar um encontro com Donald Trump durante a passagem pelos Estados Unidos. Segundo VEJA, a conjuntura eleitoral e as divergências recentes entre Brasília e Washington devem atravessar a presença do presidente brasileiro em Nova York.

Donald Trump elevou o tom contra Teerã no domingo ao dizer que ainda avalia qual resposta dará ao Irã, num momento de agravamento das tensões no Oriente Médio. O presidente americano mencionou desde a possibilidade de um entendimento até uma ofensiva militar de grandes proporções. As declarações vieram em meio a novos episódios envolvendo os houthis e a dificuldades para normalizar a circulação pelo Estreito de Ormuz.

O governo iraniano respondeu que poderá atingir bases americanas e países que participem de uma eventual ação militar contra seu território. Apesar da retórica, Trump também admitiu a possibilidade de conversar com o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, durante a Assembleia Geral da ONU.

O Banco Central divulga nesta segunda uma nova edição do Boletim Focus, a primeira após o Copom reduzir a Selic de 14% para 13,75% ao ano. Na semana passada, a mediana das projeções apontava inflação de 4,90% para 2026, crescimento de 1,89% do PIB, dólar a 5,20 reais e juros básicos encerrando o ano em 13,75%.

A atenção agora estará voltada principalmente para eventuais mudanças nas expectativas de juros. O corte anunciado na quarta-feira passada foi o quinto consecutivo, mas as instituições financeiras estão divididas entre uma pausa e novas reduções nas próximas reuniões.

VEJA+IA: Este conteúdo foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.