Levantamento a ser divulgado e vai medir ainda rejeição, avaliação do governo, economia e a percepção dos eleitores sobre casos Dark Horse e Lulinha

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A pesquisa Quaest, a ser divulgada em 2 de setembro, trará novos dados sobre a disputa presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro. O levantamento aborda cenários de primeiro e segundo turnos, consolidação de voto, aprovação de governo, percepção econômica e o impacto de investigações e da imagem dos candidatos.

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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.

A Quaest vai divulgar na próxima quarta-feira, 2 de setembro, uma nova pesquisa nacional sobre a corrida pela Presidência, a praticamente um mês do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. O levantamento vai medir como está a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), testar cenários de primeiro e segundo turnos e investigar o grau de consolidação do voto em uma fase decisiva da campanha eleitoral.

A coleta será realizada entre domingo, 30 de agosto, e terça-feira, 1º de setembro, com 2.004 eleitores de 16 anos ou mais. Além da intenção de voto, o questionário inclui temas como rejeição, aprovação do governo Lula, percepção sobre a economia, influência da propaganda eleitoral e dos debates e uma série de perguntas específicas sobre a imagem de Lula e Flávio, além dos casos Dark Horse e Lulinha.

A Quaest fará inicialmente uma pergunta espontânea para saber se o eleitor já escolheu em quem pretende votar. Depois, serão apresentados dois cenários estimulados.

No primeiro estarão Lula, Flávio Bolsonaro, Pablo Marçal, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Augusto Cury, Clariana Barão, Edmilson Costa, Hertz Dias, Rui Costa Pimenta, Samara e Wilson Grassi. O segundo cenário terá os mesmos nomes, mas sem Marçal.

Quem escolher um candidato no primeiro cenário será questionado ainda sobre a firmeza dessa decisão: a pesquisa perguntará se o voto é definitivo ou se ainda pode mudar caso algo aconteça até a eleição.

O levantamento também medirá separadamente o potencial de voto e a rejeição aos 13 nomes pesquisados, perguntando se o eleitor conhece cada candidato, se poderia votar nele ou se não votaria de jeito nenhum.

O confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro será um dos cinco cenários de segundo turno pesquisados pela Quaest. O presidente também será colocado diante de Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.

Em todas as simulações, o entrevistado poderá optar por um dos dois candidatos, declarar voto branco ou nulo, dizer que não iria votar ou afirmar que ainda está indeciso.

O resultado do confronto Lula x Flávio será um dos principais indicadores da nova rodada, ao mostrar como os dois chegam ao último mês antes da votação.

O questionário dedica um bloco específico à imagem dos dois principais candidatos. A Quaest vai perguntar, por exemplo, se o eleitor considera Lula mais moderado que o PT e se enxerga Flávio Bolsonaro como mais moderado que sua família.

Outra pergunta pretende medir se Lula é visto como o melhor candidato que a esquerda poderia apresentar nesta eleição e se Flávio é considerado o melhor nome disponível para a direita.

A pesquisa também colocará o eleitor diante de uma escolha direta sobre rejeição política: o que provoca mais medo atualmente — a volta da família Bolsonaro ao poder ou mais um mandato de Lula. O entrevistado poderá ainda responder espontaneamente que teme os dois ou que não teme nenhum deles.

A Quaest vai investigar quais elementos têm maior influência na definição do voto presidencial. Entre as opções apresentadas estarão o desempenho dos candidatos nos debates de televisão, o apoio de outros políticos, o apoio de celebridades, a opinião de amigos e familiares, a propaganda no rádio e na TV, as propostas e a ideologia dos candidatos.

O questionário também perguntará se a ausência de um candidato em um debate afeta a disposição do eleitor de votar nele — e, caso afete, se aumenta ou diminui essa possibilidade.

Outro bloco medirá quais características são mais valorizadas na escolha de um presidente. Entre elas aparecem não estar envolvido em corrupção, ser duro no combate ao crime, ter experiência política e demonstrar compromisso com a democracia.

A pesquisa voltará a medir a aprovação e a avaliação do governo Lula, mas também aprofundará a percepção do eleitor sobre a economia.

Os entrevistados serão questionados sobre se a economia do país melhorou, piorou ou permaneceu igual nos últimos doze meses e sobre o comportamento recente dos preços dos alimentos. A Quaest perguntará ainda se a renda das famílias conseguiu acompanhar o aumento dos preços ou se houve perda de poder de compra.

Haverá também uma pergunta espontânea sobre qual é hoje a maior preocupação do eleitor em relação ao Brasil.