Edifício e carro com diversos buracos após ataque aéreo em Lamerd, no sul do Irã, em 28 de fevereiro de 2026. Alireza Ameri/Tasnim News Agency via AP Um novo tipo de míssil, que explode e se fragmenta antes de tocar o solo, que foi utilizado pela 1a vez em combate pelos Estados Unidos durante a guerra contra o Irã deixou um amplo rastro de destruição e dezenas de mortos, incluindo civis, segundo um relatório de um instituto especializado. ✅ Siga o canal de notícias internac
Edifício e carro com diversos buracos após ataque aéreo em Lamerd, no sul do Irã, em 28 de fevereiro de 2026. — Foto: Alireza Ameri/Tasnim News Agency via AP
Um novo tipo de míssil, que explode e se fragmenta antes de tocar o solo, que foi utilizado pela 1ª vez em combate pelos Estados Unidos durante a guerra contra o Irã deixou um amplo rastro de destruição e dezenas de mortos, incluindo civis, segundo um relatório de um instituto especializado.
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Os EUA lançaram três Mísseis de Ataque de Precisão (PrSM, na sigla em inglês) contra a cidade de Lamerd, no sul do Irã, no primeiro dia da guerra no Oriente Médio —no mesmo dia em que outro ataque com míssil Tomahawk matou centenas de crianças e professores em uma escola em Minab.
Esse ataque atingiu uma escola e um centro esportivo, e a composição desses mísseis amplificou o número de mortos e a destruição causada, segundo uma análise feita pelo do monitor de conflitos Airwars: foram pelo menos 21 civis mortos, incluindo sete crianças, e alguns deles estavam a 50 metros do ponto da explosão.
O PrSM foi projetado para explodir no ar e lançar dezenas de milhares de fragmentos metálicos densos em alta velocidade em todas as direções. O armamento é apresentado pelo seu fabricante como o míssil balístico do futuro, e diversos países como os EUA, Reino Unido e Austrália investiram bilhões de dólares para os acrescentar a seus arsenais.
Fotos, vídeos e imagens de satélite do local após os ataques em Lamerd, analisados pelo Airwars e verificados pela agência de notícias Associated Press (AP), mostram prédios, ruas e veículos fortemente marcados por impactos, em um padrão de explosão que, segundo especialistas, é compatível com as capacidades do PrSM. (Veja na foto acima)




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