O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), assinou nesta quinta-feira (25) decreto de intervenção na Transunião, empresa de ônibus investigada em um esquema de lavagem de dinheiro do PCC que teria a participação do vereador Senival Moura (PT). Leia mais (06/25/2026 - 17h43)
Editado por Bruno Ribeiro (interino), espaço traz notícias e bastidores da política. Com Carlos Petrocilo e Gabriela Echenique
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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), assinou nesta quinta-feira (25) decreto de intervenção na Transunião, empresa de ônibus investigada em um esquema de lavagem de dinheiro do PCC que teria a participação do vereador Senival Moura (PT).
A intervenção abrangerá os prédios, equipamentos, veículos, serviços e demais bens móveis e imóveis de propriedade da empresa.
A minuta foi assinada na tarde desta quinta-feira (25). Senival foi preso pela manhã na operação Última Parada, conduzida pela Polícia Civil e o Ministério Público.
Responsável por dois lotes de concessão na zona leste da capital, a Transunião atende quase 50 linhas e transporta 262 mil passageiros por dia.
A intervenção, a princípio, tem duração de seis meses e passará a valer a partir desta quinta. A empresa ficará sob a responsabilidade do servidor Ângelo Fêde, que está há quase 50 anos na administração municipal.
De acordo com o decreto do prefeito, será criado um comitê de intervenção com a presença de membros da Controladoria-Geral do Município, da Secretaria Municipal da Fazenda e da Procuradoria-Geral do Município.
Tal comitê dará todo o apoio necessário para a manutenção da operação diária do serviço de transporte coletivo público de passageiros, assim como poderá promover auditoria.
O grupo, inclusive, poderá utilizar as dependências da empresa e utilizar equipamentos para exercer as atividades.
O decreto prevê que a GCM (Guarda Civil Metropolitana) fique à disposição do comitê de intervenção.
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