Nuno Luz acha que a rádio em Portugal parou no tempo. O jornalista desportivo admite que os jogadores da Seleção agora são muito mais profissionais e responsáveis do que a antiga geração de 2004.
Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Começa agora mais uma Comissão de Inquérito das manhãs 360. Hoje é nosso convidado Nuno Luz, jornalista desportivo. Fala Nuno, bom dia, bem-vindo.
Bom dia. Muito bom dia.
Há quanto tempo não entras num estúdio de rádio? Dizia isto ontem.
Há muito tempo mesmo. Saudades.
Saudades. São cinco perguntas, cada resposta certa vale cinco pontos. Se pedires a nossa ajuda, damos-te escolha múltipla, se acertares recebes dois. Ou seja, o máximo são 25 pontos.
Não sei se estou à altura.
Nunca ninguém fez menos de sete.
A fasquia está elevada.
Como se chama a famosa saga de documentários desportivos da Amazon Prime, que mostra os bastidores sem filtros de várias equipas? Já foram aos bastidores do Manchester City, Tottenham, aqui focado na chegada caótica do José Mourinho, Arsenal, Juventus, parece que a próxima temporada será sobre o Manchester United.
Não recordo. Já vi, mas não recordo.
Queres que eu te dê uma ajuda?
"All or Nothing", "Missão Impossível" ou "Game of Thrones"?
Nuno, tu tens acesso aos maiores nomes do futebol, como Cristiano Ronaldo ou José Mourinho. Essa proximidade é uma espécie de trunfo para conseguir os furos jornalísticos ou às vezes dificulta o trabalho na hora de fazer críticas mais duras?
Eu acho que já foi mais trunfo. Hoje em dia, para tentares fazer alguma coisa com essas figuras, é muito difícil. Por isso mesmo que falaste anteriormente das Amazons e por aí adiante.
Sim, é muito difícil. Eu fui um pioneiro em Portugal em fazer documentários. Fizemos o primeiro documentário com o Cristiano Ronaldo em 2007. Depois fizemos o documentário do Mourinho em 2010 e eu comentei até semana passada com ele, vendo este documentário da Netflix, dá ainda mais valor, e eu até disse "três gatos pingados" fazerem o documentário que fizeram com um enorme valor e que foi vendido para todo o mundo. E ele de fato deu-me razão, porque vendo esta lista de pessoas que participaram neste documentário da Netflix, é uma verdadeira loucura. E o documentário que nós fizemos em 2010, fui eu, o repórter de imagem Paulo Cepa e o editor de imagem Luís Gonçalves.
Literalmente três gatos pingados.
Três gatos pingados. E a qualidade, isto sem estar aqui a colocar-me em mix de pés, eu acho que a qualidade que apresentou este documentário não está muito acima daquilo que fizemos. A grande diferença está, sobretudo, no orçamento, porque este documentário, eu não imagino aquilo que pagaram em termos de imagens, só para vocês terem uma ideia e os ouvintes também. Nós pagámos 10 mil € por um minuto à UEFA pelas imagens da final da Liga dos Campeões no Santiago Bernabéu. E portanto, este documentário do início ao fim tem imagens.
Está cheio de imagens, não é?
Portanto, agora peguem na calculadora e façam conta.




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