Fenômeno raro causou estragos na região Sul, com ventos de até 134 km/h. Termo se aplica quando há queda de pressão excepcionalmente rápida, o que aumenta o risco de tempestades.

O ar frio é puxado para dentro, enquanto o ar quente sobe, favorecendo a ocorrência de tempestades.

Embora seja um fenômeno meteorológico comum na região Sul do Brasil, o aumento da temperatura do ar e do oceano, em consequência das mudanças climáticas, pode deixar os ciclones mais intensos, explicam especialistas.

A pressão atmosférica poderá, então, cair 26 milibars dentro de 24 horas entre sexta e sábado, o que configuraria o raro "ciclone bomba". A fase mais intensa deverá ocorrer no sábado, quando a pressão atmosférica atingirá seu menor valor previsto."

Os ventos mais intensos devem ocorrer principalmente sobre o Oceano Atlântico, onde as rajadas poderão superar 100 quilômetros por hora em áreas próximas ao centro do ciclone. Especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, também são esperadas rajadas superiores a 60 quilômetros por hora entre esta quinta-feira e sábado.