O Estreito de Ormuz voltou ao centro das atenções após uma nova escalada no conflito entre Estados Unidos e Irã. Nesta quarta-feira (8), os EUA lançaram novos ataques contra alvos iranianos em resposta a ofensivas de Teerã contra navios comerciais que cruzavam a região. AO VIVO: Acompanhe em TEMPO REAL as notícias sobre a guerra no Irã Em reação, o Irã ameaçou fechar a principal rota marítima para o transporte de petróleo no mundo novamente, o que elevou a tensão

O Estreito de Ormuz voltou ao centro das atenções após uma nova escalada no conflito entre Estados Unidos e Irã. Nesta quarta-feira (8), os EUA lançaram novos ataques contra alvos iranianos em resposta a ofensivas de Teerã contra navios comerciais que cruzavam a região.

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Em reação, o Irã ameaçou fechar a principal rota marítima para o transporte de petróleo no mundo novamente, o que elevou a tensão no Oriente Médio e reacendeu temores de impactos no abastecimento global de petróleo.

O Estreito de Ormuz uma "artéria" da indústria petrolífera por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo do mundo. Seu fechamento durante período de conflito teve forte impacto na economia global. O anúncio do acordo de paz, aliás, derrubou os preços do petróleo na abertura do pregão de segunda-feira.

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Veja abaixo outros detalhes sobre o estreito.

Infográfico - Estreito de Ormuz — Foto: Arte/g1

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'Artéria' do trânsito mundial de petróleo

O Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico (ao norte) com o Golfo de Omã (ao sul), e "deságua" no Mar da Arábia. Na sua parte mais estreita, o estreito tem 33 km de largura, com canais de navegação de apenas 3 km em cada direção.

Cerca de um quinto de todo o consumo mundial de petróleo passa pelo estreito. Entre o início de 2022 e maio de 2025, aproximadamente 17,8 a 20,8 milhões de barris por dia de petróleo bruto, condensado ou combustível fluíram diariamente pelo local, segundo dados da plataforma de monitoramento marítimo Vortexa.