Os dois principais concorrentes à presidência da República ainda não definiram quais serão seus candidatos ao governo de Minas Gerais
Belo Horizonte – Faltando três meses para as eleições, os dois concorrentes mais bem colocados na corrida à presidência da República, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), ainda não fecharam um palanque na disputa em Minas Gerais, estado considerado chave para a disputa nacional.
Os dois políticos enfrentam entraves e dificuldades para construir um palanque no estado. Enquanto o petista busca convencer uma aliada a assumir a missão após a recusa do senador Rodrigo Pacheco (PSB); o bolsonarista, em meio a embates e escândalos políticos, ainda aguarda a decisão do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG).
A espera de Flávio tem, em tese, data para acabar: Cleitinho disse que decidiria ao fim da Copa do Mundo seu futuro político. A final do Mundial é no próximo dia 19 de julho. Um dia depois, em 20 de julho, começa o prazo legal para que os partidos realizem suas convenções e indiquem os candidatos. Esse prazo vai até o dia 5 de agosto.
No caso de Lula, a expectativa é que o petista converse na próxima semana com Marília para bater o martelo sobre o caminho a ser percorrido em Minas. A mineira espera convencer o presidente a ampliar a aliança e apoiar outro candidato. Um dos favoritos dela é Gabriel Azevedo (MDB).
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles Para Marília, o PT precisa formar uma frente ampla para conseguir enfrentar uma direita forte no estado.




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