Há precisos 32 anos, no Dia da Independência dos Estados Unidos, 4 de julho de 1994, a Seleção Brasileira enfrentou a dos donos da casa, no estádio de Stanford, na Califórnia.Os EUA sediavam a Copa do Mundo de futebol, esporte que os estado-unidenses c

Há precisos 32 anos, no Dia da Independência dos Estados Unidos, 4 de julho de 1994, a Seleção Brasileira enfrentou a dos donos da casa, no estádio de Stanford, na Califórnia.

Os EUA sediavam a Copa do Mundo de futebol, esporte que os estado-unidenses chamam de soccer, pela primeira vez e 84 mil torcedores lotavam as arquibancadas.

Na ida para o palco do jogo, válido pelas oitavas de final, milhares de carros estampavam cartazes "Go-Go-Go-USA".

Que eu lia como "Gol-Gol-Gol-Brasil".

Ao entrar no estádio, a surpresa: camisas amarelas formavam formidável maioria.

Em ingênua mistura de desejo e realidade, imaginei que havia mais brasileiros.

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O choque realista só aconteceu na execução dos hinos, quando a cantoria norte-americana tomou conta dos quatro cantos das galerias.

Apreciadores de novidades, os sobrinhos de Tio Sam compraram camisas do time brasileiro, foram com elas e torceram para o time deles. Elementar.

A disputa teve o drama da correta expulsão de Leonardo, lateral-esquerdo da Seleção, e o gol salvador de Bebeto, com passe de Romário, ao faltarem apenas oito minutos para o fim do jogo: 1 a 0.

Os donos da casa em casa ficaram.

E os visitantes engrenaram a primeira das quatro marchas finais para o tetracampeonato.

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