Nos 70 anos da Paróquia Nossa Senhora da Assunção aparece uma colher de pedreiro símbolo da luta de um povo para ter a sua igreja e formar um novo bairro
Domingo, 4 de Outubro de 2026
Nos 70 anos da Paróquia Nossa Senhora da Assunção aparece uma colher de pedreiro símbolo da luta de um povo para ter a sua igreja e formar um novo bairro
Desta colher de pedreiro eu fiquei sabendo quando meu pai – Natalino Angeli – faleceu. Minha mãe, Emília, falou da divisão dos pertences do nono Cristiano, entre eles esta colher como lembrança da construção da igreja do bairro. Meu pai se interessou em ficar com ela.
A colher permaneceu guardada durante cerca de 52 anos. Guardo como lembrança familiar, da igreja, do bairro. Meu filho já se interessou em ficar com ela no futuro, já que também gosta muito das histórias familiares. Assim, de pai para filho, uma parte da nossa memória é preservada.
As fotos são sempre citadas. Os objetos, menos. Uma ferramenta pode significar muito. E esta colher de pedreiro com inscrições, data, história, merece ser difundida e passa a ser um símbolo da Semana São Bernardo 2026.
E você, morador das Setecidades, qual lembrança guarda do passado do seu bairro, da sua escola, da sua fábrica, do seu escritório, do seu espaço? Conta que a gente divulga.
SIMBOLOGIA. Vanderlei Angeli e a colher de pedreiro que Cristiano Angeli guardou: em 15 de agosto de 1954, a primeira pedra da igreja Nossa Senhora da Assunção, ainda na Linha Jurubatuba
PALAVRA DO MEMORIALISTA
Outro dia passei pela Rua Guilherme Marconi, na Vila Assunção. Lembrei-me dessa rua das décadas de 1940/1950. Ia visitar o meu amigo, Acylino Bellisomi, que, na época, morava na Rua José Bonifácio.
Por que, depois de décadas, lembrei-me dessa rua? Porque acabo de ler a peça teatral “Nossa Cidade”, de Thorton Wilder (1897/1975), que me lembrou a peça teatral, do mesmo nome, de autoria do dramaturgo Luís Alberto de Abreu, apresentada no Cine-Teatro Carlos Gomes, em Santo André, se lembro, direção de Antonio Petrin na década de 1990.
Orientador desta página Memória
Noventa e oito anos (Memória, dia 13). Como é bom saber que o "Seo" Milton ainda está na ativa. Lembro dele em 1999, quando presidia a Associação Beneficente Criança Cidadã de Santo André e de sua luta para angariar recursos.
Cronista de Santo André
A redescoberta (Memória, dia 16). É um trabalho árduo e solitário que venho desenvolvendo há muitos anos, nessa área histórica do João Ramalho e sobre a ditadura. Em momentos há quem me chame de maluco, de aproveitador. Mas é um trabalho sério. Prossigo no que acredito. É nossa história. Nem tenho como agradecer.
Com muita alegria assisti (no DGABC-TV) o programa sobre João Ramalho, que já tinha acompanhado pela Memória impressa. O Eduardo Reina é fora de série, muito bom. Reproduzo a entrevista na minha rede social.
Alcides Franhani Júnior
Nazaré das Farinhas (Bahia)
Está sendo impresso um livro que escrevi para os 100 anos da conquista do meu avô, José Villafranca Perez, na Avenida Paulista, em 12 de setembro de 1926.
O livro tem 80 páginas e conta toda a trajetória de minha família no automobilismo de competição do Brasil, com destaque para a vitória do meu avô.
Fernando C. Villafranca




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