Ancelotti chama a atenção na Copa pela mudança de movimentos de jogos

Jornalista e autor de "Escola Brasileira de Futebol". Cobre sua oitava Copa e cobriu nove finais de Champions

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1º.jul.2026 às 15h21

Há dois tipos de seleções nesta Copa do Mundo. As que chegaram prontas encantam.

Ninguém tem dúvida de que a França é a mais forte candidata ao título e Mbappé a se consagrar como o dono da Copa, mais que Messi.

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O guepardo atingiu 37 km/h no Mundial da Rússia, em 2018. Agora usa mais o cérebro e também seu extraordinário coadjuvante, Michael Olise, definido por Thierry Henry como um doido, o melhor do time, de outro planeta.

A Argentina tem Messi. A Colômbia, o conjunto em que explodem os talentos de Luis Díaz e Jhon Arias. É bonito ver jogar os colombianos.

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O outro tipo de seleção é representado pelo Brasil. Todo mundo sabe que o time chegou aos EUA desarrumado e à procura de uma maneira de jogar, capaz de fazer explodirem talentos como o de Vinicius Junior. Não está fácil, mas o time evolui.

A virada contra o Japão fez a imprensa espanhola explodir em manchetes e comentários a respeito da capacidade de Ancelotti de fazer milagres. É aquilo a que chamaram de "Milagro de Madrid", especialmente a vitória sobre o Manchester City por 3 x 1 que levou o Real para a final em Londres, contra o Liverpool, vencida com gol de Vini Jr, em 2022.