Partido pediu ao STF na 4ª feira (2.set) a avaliação do afastamento cautelar do diretor da PF

Partido pediu ao STF na 4ª feira (2.set) a avaliação do afastamento cautelar do diretor da PF

Reprodução/Instagram/ Sérgio Lima/Poder360 - 8.set.2026

8.set.2026 (terça-feira) - 19h49 Priorize o Poder no Google

A decisão do ministro Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, foi baseada na petição apresentada pelo Novo à Corte. O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) comemorou a medida nesta 3ª feira (8.set.2026).

O Partido Novo protocolou a representação na 4ª feira (2.set), na investigação sobre o Banco Master. O documento pedia a adoção de medidas para preservar a independência e a efetividade das investigações, incluindo a “avaliação da necessidade de afastamento cautelar” de Andrei.

A representação também pediu a abertura de investigação sobre a atuação do diretor-geral e a apuração de possíveis contatos entre Andrei e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O partido citou mensagens encontradas no celular de Vorcaro que fazem referência a “Andrei” e “Paulo”. O Novo interpretou as menções como possíveis referências ao diretor da PF e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Os diretores da Polícia Federal divulgaram nesta 3ª feira (8.set) uma nota pública em apoio a Andrei e Almada. O documento classifica como “injustificados” os ataques sofridos pelos 2 e rejeita acusações de atuação não republicana por parte dos diretores ou da instituição.

Os diretores também disseram que narrativas influenciadas por interesses político-eleitorais não apagam a trajetória profissional de Andrei e Almada. Ao final da nota, os signatários colocaram os próprios cargos à disposição do diretor-geral substituto.

Este texto foi publicado originalmente pela Agência Brasil, em 8 de setembro de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte. Foi adaptado para o padrão do Poder360 e recebeu informações complementares.