PF mira grupo acusado de fraudar plano de saúde do Serpro A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (6), a Operação Fatura Exposta para investigar um esquema de fraudes em pagamentos de procedimentos de fisioterapia custeados pelo Plano de Assistência à Saúde do Serviço Federal de Processamento de Dados (PAS/Serpro). 🔎O Serpro é uma empresa pública de tecnologia da informação do governo brasileiro. Ela desenvolve sistemas digitais, gerencia grandes bases de dados federa
PF mira grupo acusado de fraudar plano de saúde do Serpro A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (6), a Operação Fatura Exposta para investigar um esquema de fraudes em pagamentos de procedimentos de fisioterapia custeados pelo Plano de Assistência à Saúde do Serviço Federal de Processamento de Dados (PAS/Serpro). 🔎O Serpro é uma empresa pública de tecnologia da informação do governo brasileiro. Ela desenvolve sistemas digitais, gerencia grandes bases de dados federais (como os da Receita Federal) e oferece serviços de segurança e inteligência digital para o Estado e o setor privado. Segundo a PF, o grupo é suspeito de falsificar laudos para obter reembolsos por procedimentos de fisioterapia que não foram realizados. De acordo com as investigações, o prejuízo ao plano de saúde ultrapassa R$ 8 milhões. A operação é realizada em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU). Ao todo, agentes federais cumprem 21 mandados de busca e apreensão. Operação contra suspeitas de fraudes em plano de saúde do Serpro Reprodução/PF A investigação começou após uma denúncia e auditorias em pedidos de reembolso, que identificaram indícios das irregularidades. A PF também apura se o esquema foi usado para fraudar outros planos de saúde. Os suspeitos poderão responder por obtenção fraudulenta de recursos, uso de documentos falsos, associação criminosa e lavagem de dinheiro. O que diz o Serpro Em nota, o Serpro afirmou que foi a própria estatal que identificou indícios de irregularidades no plano de saúde, reuniu informações e apresentou uma notícia-crime ao Ministério Público Federal (MPF), pedindo a investigação do caso. Segundo a empresa, as suspeitas surgiram após uma denúncia recebida pelos canais de atendimento do plano. O Serpro disse ainda que suspendeu preventivamente atendimentos e pagamentos à entidade envolvida e que vem colaborando com as autoridades para identificar os responsáveis, dimensionar os prejuízos e buscar o ressarcimento dos valores eventualmente desviados.




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