Uma nova lei de "unidade étnica" entrou em vigor na China nesta quarta-feira (1), apesar das críticas internacionais, com a preocupação de que promoverá a "assimilação forçada" das minorias no país. A Lei de Promoção da Unidade e do Progresso Étnico busca forjar uma identidade nacional "compartilhada" e formaliza políticas para promover o mandarim como o "idioma nacional comum". O texto tipifica como crime a participação em "atividades terroristas violentas, ativida

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