A investigação teve início na sequência de uma denúncia sobre o alegado sequestro de um cidadão brasileiro de 38 anos. No entanto, as diligências permitiram apurar que o cidadão fazia parte da organização criminosa, tendo sido recrutado através das redes sociais para integrar um esquema destinado a invadir sistemas bancários e executar transferências fraudulentas de elevados montantes. Segundo a DIIP, a organização, autodenominada “TERMINAL – Linha de Comando”, era composta
A Direção de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP) da Polícia Nacional desmantelou parcialmente uma associação criminosa transnacional suspeita de praticar crimes informáticos com o objetivo de reali
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