Mudança tem relação com renovação de cadeiras do Senado
Nas eleições 2026, o eleitor terá de votar duas vezes para o Senado. Isso porque, neste ano, cada estado e o Distrito Federal elegerão dois senadores, em vez de apenas um, já que haverá a renovação de dois terços do Senado, o equivalente a 54 das 81 cadeiras da Casa.
Ao votar para os dois senadores, o eleitor verá na urna a identificação de uma chapa formada por três pessoas: o candidato titular e seus dois suplentes. Por isso, podem aparecer as fotos de até seis pessoas durante as duas etapas de votação para o cargo.
O voto para senador é nominal e o número da candidatura tem três dígitos. Não é possível votar apenas na legenda do partido. Como a votação para o Senado é estadual, o eleitor votará apenas nos candidatos que disputam uma das duas vagas pelo estado em que está inscrito.
Os suplentes são os eventuais substitutos do senador titular. Ao escolher um candidato, o eleitor também está escolhendo automaticamente os dois suplentes que integram a chapa. Os nomes deles devem aparecer nas propagandas eleitorais, ainda que em tamanho menor que o do candidato titular.
O primeiro suplente pode assumir a vaga quando o titular se afasta para ocupar determinados cargos, como ministro de Estado, governador, prefeito ou embaixador, ou quando se licencia por mais de 120 dias. Também pode assumir definitivamente se o titular morrer, renunciar ou perder o mandato por decisão da Justiça Eleitoral.
Quando o afastamento é temporário, o senador titular pode retornar ao cargo depois que o motivo da saída deixar de existir. O segundo suplente só assume quando o primeiro não puder exercer a função, por motivos como impedimento legal, doença ou falecimento.
Enquanto não ocupa a vaga, o suplente não exerce função no Legislativo. Se assumir o cargo, porém, passa a ter os mesmos deveres e prerrogativas de um senador titular.




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