Depois de chegar a 10% das intenções de voto na pesquisa Quaest divulgada nessa quarta (2), e assumir com isso o terceiro lugar isolado da disputa à Presidê...

Por Redação O Sul | 2 de setembro de 2026

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A peça de campanha ainda lista a trajetória de Cury como psiquiatra, professor e escritor.

Apesar de a peça de campanha citar apoio de várias ideologias ao escritor, o crescimento de Cury foi puxado pelos eleitores que se consideram independentes politicamente — ou seja, nem de esquerda, nem de direita.

Entre os eleitores independentes, 24% dizem ter intenção de votar em Cury em um primeiro turno, o maior número entre todos os candidatos. No recorte de posições políticas, os independentes são o maior grupo, representando 32% dos eleitores.

Nesse grupo, o escritor supera inclusive Lula (PT), com 21% — embora haja margem de erro de três pontos percentuais — e Flávio Bolsonaro (PL), com 9%.

Mas o candidato do Avante ainda tem dois desafios enormes: tornar-se conhecido e consolidar um eleitorado em que quase metade admite mudar de voto. Entre os independentes, 65% dizem não conhecer Augusto Cury; 18% conhecem e poderiam votar nele; e 17% conhecem, mas não votariam nele.

Segundo Felipe Nunes, CEO da Quaest, os independentes são eleitores sem uma identificação ideológica forte. Na classificação da pesquisa, eles formam um dos cinco grupos políticos, ao lado de lulistas, esquerda não lulista, direita não bolsonarista e bolsonaristas.

Em um eventual segundo turno contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Cury aparece com 34% das intenções de voto, ante 40% do petista. (Com informações do jornal O Globo)

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