Lideranças do PT em Minas Gerais devem se reunir com presidente Lula nos próximos dias; expectativa é que nome seja anunciado até dia 20

Belo Horizonte – Lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT) mineiro já estão conformadas com a irredutibilidade da ex-prefeita de Contagem Marília Campos de mudar seus planos eleitorais e largar a disputa ao Senado para concorrer ao Governo de Minas. As negativas foram tão contundentes que, segundo fontes de diferentes grupos, um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para convencê-la a aceitar o convite, foi cancelado.

A expectativa é que o presidente se reúna com dirigentes do diretório estadual para avaliar quais caminhos podem ser tomados na disputa ao Palácio do Planalto. Petistas alegam que a intenção é definir o nome até dia 20 de julho, quando se iniciam as convenções a serem realizadas por partidos e federações. O prazo segue até 5 de agosto.

Sem Marília, o bloco petista perde mais uma aposta (a primeira foi o senador Rodrigo Pacheco) e, assim, fica mais longe de montar um palanque competitivo para Lula em Minas.

Rogério Correia (PT-MG)

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Ex-reitora da UFMG, Sandra Goulart

Pré-candidato ao governo de Minas, Gabriel Azevedo

As discordâncias internas seguem fortes. Há os petistas que defendem que o plano de seguir em uma candidatura própria seja mantido, argumentando que é o melhor caminho fortalecer um quadro interno do que apoiar alguém de outra legenda, mas há uma não concisão de quem será o apoiado.