Assinantes divergem sobre proibição de propagandas e patrocínios de casas de apostas ao futebol
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26.set.2026 às 20h30
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Os clubes de futebol já existiam antes das bets e continuarão a existir sem elas. Sou pelo fim das apostas esportivas no Brasil! Josete Lima dos Santos (Taboão da Serra, SP)
Defendo a manutenção das apostas esportivas de cota fixa, mas com separação clara em relação aos cassinos online. São atividades diferentes e não deveriam ser tratadas na mesma lei. A aposta esportiva depende de um evento real, com resultado verificável, e envolve análise e conhecimento do esporte. Os cassinos são jogos de pura sorte com maiores chances de vício. Defendo a proibição dos cassinos online, com bloqueio de sites e meios de pagamento, além do fortalecimento das casas autorizadas, com regras de jogo responsável e verificação de identidade. No entanto, punir o setor regulado só empurra o apostador para o mercado ilegal. Fábio Gregório Lacerda (Fortaleza, CE)
Concordo com a proibição das bets e sua relação com o esporte. O esporte existe para promover saúde física e mental da população. É contraditório trazer patrocínio de algo que pode desencadear tantos malefícios, uma vez que as apostas mais viciam do que divertem. Viviane Maia (Brasília, DF)
Três medidas são necessárias: criar um CPF único para apostar, controlado pelo Banco Central, proibir o uso de crédito para apostas e criminalizar influenciadores que divulgam bets. Além disso, destinar parte da arrecadação das bets para o SUS. Quem lucra com o vício tem que pagar o tratamento. Daniele Fumachi (Itatiba, SP)
Precisamos de medidas semelhantes às implementadas para o tabaco: proibição de propagandas e patrocínios, campanhas de conscientização e supertaxação de toda a cadeia. Raphael Barreto Pereira (Nova Friburgo, RJ)
As bets já deveriam ter acabado, mas faltou vontade política do governo, que abriu as porteiras ao regularizá-las sem avaliar os gastos com a ludopatia. Lislie Dourado Santos (Brasília, DF)
Devemos tributar em 90% as receitas das bets. Luiz Henrique de Oliveira Sampaio (Osasco, SP)
As bets devem ser proibidas como aconteceu com os jogos de azar e do bicho. Patricia Santiago Guedes (Niterói, RJ)
O ideal é proibir as bets. Sua relação com o esporte deve ser revista. O futebol de Pelé, Garrincha e Ronaldo não precisava tirar dinheiro da mesa do trabalhador para ser o melhor do mundo. Se as gestões atuais dos clubes são tão incompetentes a ponto de dependerem do vício das pessoas para sobreviver, é preciso que sejam revistas. Victor Gabriel Marques da Silva (Manaus, AM)
É necessário haver estabelecimentos físicos para as bets, com representante legal e limite estatal para margem de lucro. Em relação ao apostador, deve-se tornar obrigatório laudo médico para atestar sua capacidade de ponderar sobre as apostas. Além disso, o gasto do SUS com a reabilitação de pessoas viciadas deve ser bancado por essas empresas. Não vejo problema em patrocinar clubes, desde que também atuem no combate ao vício. Gustavo José Soares de Moura (Francisco Sá, MG)
Não deveríamos regulamentar as bets, pois acho que servem para lavar dinheiro. No caso dos patrocínios de bets a clubes esportivos, acredito que há jogos arranjados: ninguém investe milhões se não for para ganhar dez vezes mais. Daniel Silveira Rodrigues (Porto Alegre, RS)
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