Além de governar a capital baiana, Edvaldo Brito foi secretário em São Paulo e é pai do líder do PSD na Câmara dos Deputados

Priorizar nos meus resultados Google O ex-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito (PSD), será o primeiro suplente do senador Jaques Wagner (PT-BA) na sua chapa à reeleição em 2026. O parlamentar confirmou a nomeação durante evento nesta terça-feira, 21.

Aos 88 anos, Edvaldo Brito é professor de Direito na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e advogado particular. Ao longo das últimas seis décadas, foi vereador, vice-prefeito e secretário estadual de diversas pastas na Bahia, chefiando a prefeitura por um breve período entre 1978 e 1979. É pai do deputado federal Antonio Brito, líder do PSD na Câmara.

Além da carreira política e acadêmica na Bahia, Brito foi secretário municipal de Negócios Jurídicos em São Paulo durante a gestão de Celso Pitta, entre 1997 e 2001. O baiano chegou a defender o então prefeito da capital paulista como advogado perante o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), no âmbito do escândalo de corrupção e compra de votos que ficou conhecido como “Pittagate”.

No Congresso, o primeiro suplente é o político que assume a vaga durante períodos de ausência prolongada do senador ou deputado, como em casos de afastamento por razões de saúde ou decisão judicial.

Indicado pelo senador Otto Alencar (PSD), a escolha de Edvaldo Brito como suplente de Jaques Wagner estreita ainda mais os laços políticos entre PT e PSD na Bahia. O partido de centro apoia a candidatura do governador petista Jerônimo Rodrigues à reeleição em 2026, em chapa composta com Wagner e o ex-ministro Rui Costa (PT) ao Senado.