Raquel Lyra destaca investimentos realizados na gestão em sabatina da Fiepe  - Davi de Queiroz/Folha de pernambuco A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), destacou os investimentos que estão sendo realizados no estado durante o primeiro mandato e os projetos previstos em uma segunda gestão, caso seja reeleita, durante sabatina promovida pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe).

A gestora estadual respondeu, na tarde desta quarta-feira (2), a perguntas sobre infraestrutura, ambiente de negócios, sustentabilidade e governança, formação profissional e empregos e reforma tributária.

A governadora comentou sobre o ajuste fiscal feito no primeiro ano de governo. “Arrochamos as contas públicas sem deixar de atender a expansão nos serviços essenciais de saúde, de assistência e de educação, mas economizados R$ 2,5 bilhões no custeio da máquina pública”, disse. 

Obras Ela também mencionou as obras retomadas durante a gestão, como o Canal do Fragoso, a conclusão da duplicação da BR-104, no Polo de Confecções do Agreste, e a Adutora do Agreste. 

A candidata pontuou o investimento de R$ 250 milhões para simplificar processos integrados da gestão estadual e a criação de um Núcleo de Mediação de Conflitos, na qual participam a Secretaria estadual da Fazenda (Sefaz-PE) e a Procuradoria-Geral do Estado, evitando a judicialização dos processos e dando melhores condições para empreender. 

'Pernambuquista' A postulante reiterou que defender investimentos em emprego, educação, habitação e saneamento não é ideologia política e reforçou que é ‘pernambuquista’. 

“A gente se vangloria do passado sim. O estado que declarou independência às vésperas da Independência do Brasil pela primeira vez na história do nosso país, mas a independência de verdade vem do trabalho, da educação, com água na torneira e com habitação. Isso não é ideologia política, por isso que eu digo que sou ‘pernambuquista’. A gente não está falando aqui de cor de bandeira partidária, até porque o governo anterior brigou com três presidentes da república, então não era ideologia”, disse.

Nas considerações finais, defendeu o fim da escala 6x1.

“Eu sou sim a favor da redução da escala 6x1, mas a gente precisa ser competitivo e ter compensação para isso”, ponderou.