Em debate, Ivan Moraes questiona Raquel Lyra sobre governo Bolsonaro - Arthur Botelho/Folha de Pernambuco No quarto bloco do primeiro debate com os três principais candidatos ao governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (Psol), promovido pela Rádio Cidade 99.7 FM, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, Ivan questionou Raquel sobre a opinião dela a respeito do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o Brasil.
“Quando é perguntada sobre a eleição nacional, você se diz ‘pernambuquista’, e ‘pernambuquista’ todos somos. A gente acha Pernambuco massa mesmo, e eu não vou tentar te tirar desse muro nesse momento, mas eu queria uma opinião sua sobre o governo Bolsonaro. Você foi prefeita de Caruaru durante a Covid, viu escalar a fome, viu escalar o desemprego. O que você acha que foi o governo Bolsonaro para o Brasil e para os nossos estados e municípios? Avalia só Bolsonaro”, perguntou Ivan Moraes.
Em resposta, Raquel Lyra voltou a afirmar que recebeu um estado “absolutamente abandonado e sem capacidade de entrega” e destacou a necessidade de unir Pernambuco, reforçando que ser “pernambuquista’ é colocar o estado acima de qualquer coisa.
“Tem gente que se coloca de um lado ou do outro por conveniência. Eu quero ser governadora de Pernambuco de novo para continuar garantindo a construção das pontes necessárias para trazer o dinheiro para cá e mudar a vida do povo para melhor”, disse.
Na réplica, Ivan Moraes afirmou que Raquel Lyra deu “uma carreira medonha” ao não responder diretamente à pergunta sobre a gestão de Jair Bolsonaro.
Na tréplica, a gestora estadual mencionou que o governo anterior brigou com três presidentes da República e disse ter ido a Brasília mais de 150 vezes para construir uma “relação sólida de trabalho e de entrega” com o presidente Lula.
“Eu digo para você que o governo do PSB anterior ao nosso brigou com três presidentes da República. E não é uma questão de ideologia, é uma questão de compreender que não se constroem pontes. E nós estamos construindo pontes com o presidente Lula e com o governo federal. Foi com ele que a gente retomou as obras da Adutora do Agreste. A Transnordestina, que tinha sido parada no governo anterior, já virou realidade”, afirmou.




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