Atendentes do Ligue 180 contam como é atender mulheres vítimas da violência A Central de Atendimento às Mulheres (Ligue 180), em Brasília, recebe diariamente ligações de mulheres em situação de violência. Elas buscam acolhimento, apoio para denunciar agressões. Do outro lado da linha, as atendentes contrariam o ditado popular "em briga de marido e mulher não se mete a colher". O trabalho é de escuta, de orientação. (Veja abaixo como pedir ajuda). O g1 foi até a central para mos
Relatos de violência, acolhimento e orientação marcam rotina das atendentes do Ligue 180
Atendentes do Ligue 180 contam como é atender mulheres vítimas da violência A Central de Atendimento às Mulheres (Ligue 180), em Brasília, recebe diariamente ligações de mulheres em situação de violência. Elas buscam acolhimento, apoio para denunciar agressões. Do outro lado da linha, as atendentes contrariam o ditado popular "em briga de marido e mulher não se mete a colher". O trabalho é de escuta, de orientação. (Veja abaixo como pedir ajuda). O g1 foi até a central para mos
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