Astro argentino chegou a 18 tentos em Mundiais e ultrapassou Miroslav Klose
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22.jun.2026 às 16h33
Lionel Messi tornou-se o maior artilheiro das Copas do Mundo nesta segunda-feira (22), após anotar o primeiro gol da Argentina sobre a Áustria.
Ele também foi autor do segundo tento na partida, vencida pelos argentinos por 2 a 0. Messi marcou todos os gols argentinos até aqui: foram três na estreia pela fase de grupos, diante da Argélia, além dos dois desta segunda. O argentino está a dois de igualar número de gols que fez no Qatar, sua melhor performance em Copas.
Com os gols de hoje, o camisa 10 da alviceleste chegou a 18 em Mundiais e superou o alemão Miroslav Klose —detentor do posto, até então, com 16 gols.
O título de maior artilhero de Copas havia sido conquistado por Klose em 2014, no Brasil, quando o atacante alemão havia ultrapassado Ronaldo Fenômeno.
A Argentina enfrenta a Jordânia na terceira e última partida da fase de grupos, e Messi terá a chance de ampliar a vantagem sobre os demais artilheiros de Mundiais. O jogo acontece no próximo sábado (27), às 23h, e fecha os duelos da primeira fase da competição.
O primeiro gol de Messi em Copas aconteceu na Alemanha, em 2006, em partida válida pela fase de grupos, contra a extinta Sérvia e Montenegro.
Aos 18 anos —e com a camisa 19—, Messi anotou o sexto e último tento dos sul-americanos, já nos últimos minutos do jogo, em uma Argentina que tinha nomes como Tevez, Crespo e Riquelme, dono da 10 à época.
O segundo gol de Messi pela seleção demorou oito anos para acontecer. Já vestindo a 10, o craque acertou belo chute da entrada da área no canto direito do goleiro bósnio, no Mundial do Brasil, em 2014.
Os gols do craque argentino em Copas do Mundo
Apesar dos quatro gols que ajudaram a Argentina a chegar na final naquele Mundial, os sul-americanos ficaram com o vice-campeonato —derrotados por 1 a 0 pela Alemanha.
Maior artilheiro da seleção argentina, com 121 gols —o segundo é Gabriel Batistuta com 56—, Messi foi contestado por anos pela imprensa argentina e por parte dos torcedores.
Em 2016, após derrota para o Chile na final da Copa América, o camisa 10 chegou a se despedir da seleção, dizendo que não entraria mais em campo representando o país.
À época, a suposta falta de identidade com o país sul-americano e com a camisa alviceleste era uma das alegações de seus críticos. Messi chegou ao Barcelona ainda no ano 2000, aos 13 anos, e defendeu o clube catalão até 2021.
Outro fato incômodo para o público era a falta de títulos pela seleção. O jejum chegou ao fim em 2022, com a conquista da Copa do Mundo.




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