Assim sendo, a análise comparativa evidencia que Capucho e Pérez tecem narrativas em que o corpo soropositivo deixa de ser apenas um signo de estigma ou morte e se transforma em potência estética, ética e afetiva, reorganizando, sobretudo, os modos de narrar e viver. Conclui-se, portanto, que a escrita do corpo marica, tal como aparece em Capucho e Pérez, não apenas desloca a literatura sobre HIV do eixo da morte, como também ilustra novas formas de vida possíveis e modos de subjetivaç

Please use this identifier to cite or link to this item:https://repositorio. ufpb. br/jspui/handle/123456789/38239Type:TeseTitle:Escrita do corpo marica: autoficção performática em Luís Capucho e Pabl

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