Debate eleitoral sobre segurança continua marcado por uma 'guerra moral' e por uma dicotomia fictícia entre polícia e crime.
Conheça os novos Passatempos do CM
Todo o universo CM nas suas mãos
Debate eleitoral sobre segurança continua marcado por uma "guerra moral" e por uma dicotomia fictícia entre polícia e crime.
Especialistas ouvidos pela Lusa observaram que a segurança pública, nacionalizada pela extrema-direita durante a ascensão de Jair Bolsonaro, tornou-se um tema cada vez mais central nas eleições brasileiras.
O sociólogo, professor da Sciences Po, em Paris, e diretor de investigação do CNRS (Centro Nacional da Pesquisa Científica da França), Gabriel Feltran considerou, em declarações à Lusa, que o debate eleitoral sobre segurança continua marcado por uma "guerra moral" e por uma dicotomia fictícia entre polícia e crime.
Segundo disse, o Presidente brasileiro, Lula da Silva, nunca quis assumir a segurança pública como uma questão nacional, considerando-a tradicionalmente um problema dos estados, enquanto Bolsonaro foi o primeiro a nacionalizar o tema durante a campanha presidencial de 2018.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as Regras da Comunidade
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário. O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.




0 Comentário(s)
Deixe seu comentário