A OCDE informou que a taxa de desemprego nos países desenvolvidos está próxima do mínimo histórico, com dados do segundo trimestre a revelarem níveis reco...

A taxa de desemprego nos países desenvolvidos, abrangidos pela OCDE, aproximou-se do mínimo histórico, registado em junho de 2023, depois de ter estabilizado nos 5% em agosto, informou hoje a organização.

Em comunicado, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) explicou que a taxa de emprego ativo no segundo trimestre situou-se nos 70,4%, enquanto a taxa de atividade atingiu os 74,2%.

Ambos os indicadores registaram um aumento de uma décima em relação ao trimestre anterior, o que representa "níveis recorde".

Segundo a OCDE, as taxas de emprego e de atividade atingiram máximos em nove dos países da organização e ficaram próximas desses valores em outros 13.

Entre estes, existem realidades diferentes que vão desde os 54,8% da Turquia aos 80% do Japão, da Islândia ou dos Países Baixos.

A Colômbia e Portugal estão entre os países onde se registou maior progresso em comparação anual, "refletindo uma participação crescente da população ativa associada à descida do desemprego".

No outro extremo, o aumento do desemprego na Islândia ou a Finlândia fez com que esses países registassem as maiores quedas na taxa de emprego, segundo a OCDE.

No conjunto, a taxa de emprego feminino aumentou duas décimas no segundo trimestre, enquanto a masculina subiu quatro décimas entre os trabalhadores com idades compreendidas entre os 55 e os 64 anos e manteve-se nas restantes faixas etárias.

A taxa de desemprego, que em agosto se situou a duas décimas do mínimo registado em 2023, manteve-se em 20 dos países da OCDE, aumentou em sete e diminuiu na Dinamarca, Finlândia, Grécia, Israel e Turquia.

Além disso, o desemprego juvenil aumentou três décimas na OCDE, atingindo os 11,3%, o que acentuou a diferença em relação às taxas registadas noutras faixas etárias.

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