Análise publicada pelo "Newsmax" menciona o Brasil como o "próximo grande teste" para o presidente norte-americano
Apesar de o 2º turno ter sido realizado em 7 de junho, o resultado da eleição no Peru ainda não está definido. Keiko Fujimori (Fuerza Popular, direita) mantém uma vantagem estreita de só 40.600 votos sobre o nome da esquerda, Roberto Sánchez (Juntos por el Perú), com 99,716% das urnas apuradas.
O evento reuniu só líderes de países latino-americanos alinhados à política externa de Trump. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não foi convidado. Ao todo, 10 dos 12 líderes são categorizados no espectro da direita, restando apenas Kamla Persad-Bissessar (Trinidad e Tobago) e Irfaan Ali (Guiana). A 1ª é lida como uma chefe de governo de esquerda, e o 2º, de centro.
Trump já havia demonstrado interesse em fortalecer suas alianças na região. Apoiou o governo de Javier Milei durante as eleições de meio de mandato na Argentina, em outubro de 2025, e formalizou um swap cambial de US$ 20 bilhões –mecanismo de troca de moedas entre bancos centrais usado para reforçar reservas e estabilizar o sistema financeiro– para apoiar a economia do país.
O republicano também já elogiou por vezes a forma como Nayib Bukele, presidente de El Salvador, lida com imigração e segurança pública.
Eis a lista das autoridades que participaram do evento:

