Explosão do segundo avião a atingir o World Trade Center é vista de longe em Nova York durante o ataque terrorista em 11 de setembro de 2001 Spencer Platt/Getty Images via AFP/Arquivo Um quarto de século após os ataques da Al-Qaeda contra os Estados Unidos, grupos jihadistas continuam representando uma grande ameaça à segurança na Europa. Mas uma nova ameaça surgiu, impulsionada principalmente por jovens na internet, e preocupa as autoridades. O tamanho exato da rede por trás

Explosão do segundo avião a atingir o World Trade Center é vista de longe em Nova York durante o ataque terrorista em 11 de setembro de 2001 — Foto: Spencer Platt/Getty Images via AFP/Arquivo

Um quarto de século após os ataques da Al-Qaeda contra os Estados Unidos, grupos jihadistas continuam representando uma grande ameaça à segurança na Europa. Mas uma nova ameaça surgiu, impulsionada principalmente por jovens na internet, e preocupa as autoridades.

O tamanho exato da rede por trás do que vem sendo chamado de extremismo violento niilista ainda não é conhecido. Mas investigadores policiais de nove países europeus encontraram cerca de 4.340 endereços de sites ligados ao “The COM”, como ficou conhecida a comunidade online, durante uma operação para interromper suas atividades em junho e julho.

“É violência pela violência”, afirmou à Associated Press o coordenador de Contraterrorismo da União Europeia, Bartjan Wegter, em entrevista antes do 25º aniversário dos ataques de 11 de setembro de 2001, em Nova York e Washington.

No ano passado, foram registrados 45 ataques terroristas em dez dos 27 países da União Europeia. Nenhum deles, porém, foi um grande atentado com muitas vítimas. Cerca de metade foi impedida ou fracassou, mas seis pessoas morreram.

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