O ator Wagner Moura afirmou, em Lisboa, que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições presidenciais “seria uma tragédia” para o Brasil. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa no Centro Cultural de Belém, em Portugal, na divulga…
O ator Wagner Moura afirmou, em Lisboa, que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas eleições presidenciais “seria uma tragédia” para o Brasil. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa no Centro Cultural de Belém, em Portugal, na divulgação da peça “Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo”.
Questionado sobre o que mais o preocupa no Brasil, Wagner citou diretamente a possibilidade de retorno da família Bolsonaro ao poder. “Preocupa que Bolsonaro ganhe de novo essa eleição. Seria uma tragédia para o país”, disse o ator, em fala que circulou nas redes sociais.
Wagner também afirmou que a permanência de Flávio Bolsonaro na disputa, apesar das denúncias que atingem o senador, mostra que os fatos perderam força no debate público. “Prova de que os fatos não importam mesmo é que ele, mês após mês, se envolve num caso de corrupção”, declarou.
O ator pediu mobilização da sociedade civil em favor da reeleição do presidente Lula. “A gente tem que se mobilizar, todos nós, a própria sociedade civil brasileira, nos mobilizarmos para o Lula ganhar essa eleição de novo”, afirmou.
🇵🇹🇧🇷Em Portugal: Wagner Moura diz que vitória de Flávio Bolsonaro seria uma “tragédia”
— Pesquisas Eleições (@EleicaoBr2026) July 3, 2026
Na mesma fala, Wagner Moura associou a disputa brasileira ao movimento do governo de Donald Trump em favor de Flávio Bolsonaro. Para ele, os Estados Unidos devem atuar para tentar fortalecer o candidato bolsonarista. “A perspectiva desses caras ganharem, sobretudo com os americanos trabalhando para que eles ganhem”, disse.
O ator afirmou esperar que o apoio de Trump tenha efeito contrário ao desejado pelo bolsonarismo. “A minha expectativa é que o apoio de Trump a Flávio Bolsonaro saia pela culatra”, completou.
A declaração foi feita em meio à divulgação internacional da peça dirigida por Christiane Jatahy e assinada também por Wagner Moura, inspirada em “Um Inimigo do Povo”, de Henrik Ibsen. A fala política acabou ganhando mais repercussão que o próprio lançamento em Portugal.




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