Ministro da Presidência, Leitão Amaro, rejeita, ainda assim, responder às condições colocadas por José Luís Carneiro. Ainda, o onze do Benfica para a primeira mão do play-off de acesso à Liga Europa.
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Jornal das 7, com Vasco Maldonado Correia. O Benfica entra em campo daqui a uma hora para jogar com os dinamarqueses do Aarhus. É a primeira mão do playoff de acesso à Liga Europa.
É o último obstáculo que os encarnados têm de ultrapassar para chegar à fase de liga da competição. Chegam a este encontro depois de uma vitória contundente por 7 x 0, no campeonato frente ao Casa Pia. Na reportagem do jogo, no Estádio da Luz, vai estar o João Lourenço. João, agora em direto neste jornal. Este é um adversário de muito boa memória pro Benfica e já são conhecidos os 11 iniciais.
Precisamente, Vasco, muito boa tarde. É dia de, pelo menos, garantir uma vantagem larga no que toca à presença no quadro principal da Liga Europa para o Benfica e referiste que era um adversário de boa memória. Isto porque há sensivelmente 40 anos, na época de 1987, 1988, os encarnados encontraram estes dinamarqueses do Aarhus, que venceram esta equipa dinamarquesa por 1 x 0, numa eliminatória jogada a duas mãos, e esta época ficou marcada pela presença dos encarnados nesse jogo derradeiro da Liga Europa. Ora, Marco Silva seguiu a velha máxima do futebol: "equipa que ganha não mexe" e escolheu os mesmos 11 jogadores que iniciaram essa partida na frente ao Casa Pia. Ou seja, Samuel Soares é o guarda-redes, quarteto defensivo à direita com Alexander Bah, à esquerda com Samuel Dann, com dois centrais, Clément Lenglet e também Tomás Araújo. No meio-campo, Leandro Barreiro e Enzo Barrenechea. À frente com três médios, Preciado à direita e Rafa Silva à esquerda, Sudakov no apoio a Vangelis Pavlidis na frente do ataque, o avançado grego, que é o melhor marcador do Benfica nesta fase de apuramento pra Liga Europa. Já leva cinco gols. O árbitro da partida também é de boa memória, é Marco Guida, italiano de 45 anos. Da última vez que este árbitro transalpino esteve aqui no Estádio da Luz, foi há precisamente um ano, onde o Benfica garantiu também essa vitória frente aos franceses do Nice por duas bolas a zero. Esta emissão especial da Rádio Observador arranca depois da síntese das 19h30.
João Lourenço, em direto do Estádio da Luz, ele que vai estar na reportagem deste Benfica-Aarhus. O relato vai estar a cargo do Manuel Conceição Carvalho.
O governo garante que está aberto ao diálogo para a discussão da proposta de orçamento do Estado e saúda a disponibilidade, que considera responsável, demonstrada pelo PS.
Posição transmitida pelo ministro da Presidência esta tarde, durante o briefing do Conselho de Ministros, sem nunca se referir diretamente ao PS. Ainda assim, António Leitão Amaro rejeita responder às condições colocadas por José Luís Carneiro.
E, portanto, eu saúdo aqueles, e aquele em particular, que tem mostrado e tem repetido uma disponibilidade que nós acreditamos que é sincera e responsável para chegar a um caminho. Esse caminho, eu diria até, nem era elegante e respeitador dessa disponibilidade, se eu pudesse responder aqui, com todo o respeito que tenho por cada um de vós, que não seja em reuniões, num contexto de reunião, e portanto, disponibilidade pro diálogo, por vontade, por gosto e por necessidade.
O ministro da Presidência, na conferência de imprensa que se seguiu ao Conselho de Ministros, como é habitual semanalmente, Leitão Amaro deixa um recado: viabilizar o orçamento não significa aderir ao programa do governo.
O PS não exige que o Chega fique fora da revisão constitucional, mas quer firmar um pré-acordo com o PSD.
Pedido feito para garantir que uma eventual revisão constitucional não seja feita somente à direita. No Explicador desta tarde, a jornalista do Observador, Rita Tavares, explica que o pedido do PS é feito de um ponto de vista que pode ser considerado estratégico.
Acaba tudo por ser uma parte de uma estratégia política também. É uma tentativa aqui de reorganizar as relações negociais, é tentar valer mais, influenciar mais do que o Chega a governação, e obrigar o PSD, que até aqui não tem querido escolher um parceiro preferencial, a fazê-lo de forma clara numa questão que é central e sobre a lei fundamental do país.
Também no Explicador desta tarde esteve Eduardo Cabrita, ex-ministro da Administração Interna e membro da Comissão Nacional do PS. Lembra que historicamente PSD e Partido Socialista sempre constituíram a maioria nas revisões constitucionais, mas que hoje o cenário mudou.
O acordo político sobre o processo de revisão constitucional, naturalmente, só é possível, exige dois terços. Só é possível no quadro daquilo que é um arco democrático, que aliás, exige mais do que o PS e o PSD, porque pela primeira vez, os dois partidos juntos não têm dois terços para, por si só, rever a Constituição e, portanto, esse acordo tem que ser mais amplo, envolvendo outras forças democráticas.
Cenário admitido por Eduardo Cabrita, convidado desta tarde do Explicador.
E voltamos ao Conselho de Ministros. António Leitão Amaro, o ministro voltou a frisar que o governo não vai abrir a porta à reforma da Segurança Social. Isto, no mínimo, Vasco, até lá para 2029.
Foi logo no arranque, no briefing do Conselho de Ministros, em que Leitão Amaro garantiu que essa é uma conversa para a próxima legislatura.
Pra que não haja dúvidas e fique claro, o governo assume que não fará uma reforma estrutural da Segurança Social nesta legislatura. O dossiê está fechado, eu repito Não há, nem vai haver nesta legislatura, nenhuma tomada de decisões de reforma estrutural da Segurança Social. O assunto quanto a decisões está fechado.
Dossiê encerrado. Reação do Ministro da Presidência às conclusões do grupo de trabalho que estudou a sustentabilidade da Segurança Social. Leite Marques garante que se o Governo quiser mexer no setor, vai apresentar um plano, mas apenas em contexto eleitoral. Garante que o relatório serve como ajuda à reflexão, tanto para o Executivo como para a sociedade civil.
O ACP já recolheu as assinaturas suficientes para promover um referendo em Lisboa sobre a utilização de trotinetes.




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