Aroldo Medina defende segurança jurídica para empresas, exalta interlocução com o mercado e diz não levar “fé em negócio” com o adversário
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Aroldo Medina, vice de Renan Santos, detalha planos para o mercado financeiro, prometendo segurança jurídica e criticando a carga tributária. Em entrevista, ele ataca Flávio Bolsonaro, questionando seu currículo e postura, enquanto defende o “caráter” e a “ficha limpa” da chapa. Conheça as propostas e as diferenças apontadas.
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Aroldo Medina, candidato a vice na chapa de Renan Santos, afirmou que a campanha pretende aprofundar a interlocução com o mercado financeiro e apresentou a segurança jurídica como um dos principais compromissos com o empresariado. Em entrevista ao Ponto de Vista, de VEJA, apresentado por Laísa Dall’Agnol, Medina também fez críticas diretas a Flávio Bolsonaro ao ser questionado pela repórter Isabella Alonso Panho sobre as diferenças entre as duas candidaturas na área econômica (este texto é um resumo do vídeo acima).
A pergunta partiu da aproximação da campanha de Renan com integrantes do mercado financeiro e das sinalizações recebidas de nomes ligados à Faria Lima. Diante da disputa pelo eleitorado de direita e dos acenos de Flávio ao mesmo segmento, Medina procurou diferenciar a chapa pela confiança que, segundo ele, poderia oferecer aos empresários.
“O nosso grande diferencial é o caráter”, afirmou. Medina disse que sua “palavra tem valor” e associou essa confiança à promessa de melhorar as condições enfrentadas pelas empresas. Também criticou a carga tributária, classificada por ele como “vergonhosa” e “violenta”.
Medina afirmou que uma das prioridades da chapa será oferecer condições para que empresas realizem negócios dentro e fora do país. “Nós não vamos medir esforços para que o nosso mercado tenha a segurança jurídica para fazer os seus negócios internamente e externamente”, disse.
Ao defender a credibilidade da candidatura, ele recorreu à própria trajetória e à de Renan Santos. “O Renan é ficha limpa. Eu sou 100% ficha limpa”, declarou. Medina também mencionou sua folha de serviços e afirmou não haver “uma mácula” em seu histórico.
Ao estabelecer as diferenças que enxerga entre as candidaturas, Medina partiu para um ataque direto ao adversário. “Eu não levo fé em negócio com o Flávio Bolsonaro porque o currículo dele tem muitos apontamentos”, afirmou, sem detalhar a quais episódios se referia.
O candidato a vice também criticou comportamentos públicos de Flávio e de Lula. Para Medina, determinadas atitudes não condizem com a postura esperada de quem ocupa ou pretende ocupar a Presidência da República. “É uma tristeza a gente confiar o país para um camarada que não respeita a liturgia do cargo da Presidência da República”, disse.
Medina comemorou a aproximação mencionada durante a entrevista entre a candidatura de Renan e integrantes do empresariado. Segundo ele, esse movimento ajuda a apresentar a chapa ao mercado financeiro. Na sequência, fez uma defesa enfática da importância econômica de São Paulo.
“São Paulo é a locomotiva do Brasil”, afirmou. Medina disse que o estado precisa ser “respeitado e valorizado” e defendeu que mais recursos sejam reinvestidos na própria população paulista.
VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Ponto de Vista (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.




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