Presidente chinês ficará no país entre 23 e 25 de setembro, em sua segunda reunião com o líder americano em 2026

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O presidente chinês Xi Jinping fará uma visita de Estado aos EUA para se encontrar com Donald Trump, entre 23 e 25 de novembro. A agenda inclui discussões cruciais sobre as relações bilaterais e temas globais, como comércio, tecnologia e conflitos internacionais. Esta é a segunda reunião do ano, ressaltando a busca por diálogo e cooperação.

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O presidente da China, Xi Jinping, fará uma visita de Estado aos Estados Unidos entre quarta-feira, 23, e sexta-feira, 25, a convite do presidente americano, Donald Trump, confirmou nesta segunda-feira, 21, o Ministério das Relações Exteriores chinês.

Durante a viagem, Xi e Trump terão conversas sobre as relações entre as duas maiores potências econômicas do mundo. Segundo o governo chinês, os dois líderes devem discutir temas relacionados à paz e ao desenvolvimento global, além de assuntos bilaterais.

O porta-voz da chancelaria chinesa, Guo Jiakun, ressaltou que as visitas recíprocas dos dois presidentes em um intervalo de seis meses têm “significado histórico”. Ele afirmou que Pequim pretende fortalecer o diálogo e a cooperação com Washington e administrar as divergências entre os países.

O encontro será o segundo entre Xi e Trump em 2026, depois da viagem do presidente americano à China em maio. Os dois governos mantêm diferenças em temas como comércio e tarifas, tecnologia e inteligência artificial, além de divergirem sobre as guerras no Irã e na Ucrânia e o status de Taiwan, que Pequim considera parte de seu território, mas é governada de forma autônoma.

A visita também ocorre em meio a negociações econômicas entre os dois países. Na véspera do anúncio, autoridades americanas e chinesas mantiveram reuniões em Nova York para discutir questões comerciais e outros pontos da relação bilateral.

Xi e Trump anunciaram em outubro de 2025 uma trégua comercial após meses de escalada tarifária e retaliações entre os dois países. O entendimento foi posteriormente reforçado durante a cúpula de maio, mas deixou pendentes questões sobre tarifas, comércio e acesso a minerais estratégicos, que seguem no centro das negociações entre Washington e Pequim.