Em entrevista à N Sports e ao SBT, Paulo Henrique Cordeiro detalha ações para o Mundial feminino de 2027
Priorizar nos meus resultados Google A contagem regressiva para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada pela primeira vez na América do Sul, está repleta de expectativas. Em Miami, onde participa das celebrações organizadas pela Fifa para marcar um ano da abertura do torneio, o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, concedeu entrevista exclusiva ao repórter Mauro Naves, do consórcio N Sports e SBT, e afirmou que a competição deixará um impacto duradouro para o esporte brasileiro.
Segundo o ministro, o Mundial representa uma oportunidade histórica para acelerar o desenvolvimento do futebol feminino no país. “Será um legado permanente para as meninas e mulheres que praticam e admiram o futebol no Brasil”, declarou o político. A conversa será exibida na íntegra no programa Giro Copa, da N Sports, e mais tarde no Balanço da Copa, atração da cobertura da Copa do Mundo de 2026 realizada em parceria com o SBT.
Enquanto os eventos acontecem nos Estados Unidos, o Brasil prepara uma série de ações simbólicas para celebrar o marco de um ano para a competição. Entre elas estão a iluminação especial do Cristo Redentor e do Maracanã em verde e amarelo, além da inauguração de murais artísticos nas oito cidades-sede do torneio: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Durante a entrevista, Cordeiro também detalhou os efeitos da Lei nº 15.421, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que estabelece regras para a realização da Copa Feminina. O texto trata de temas como venda de ingressos, proteção de marcas, direitos comerciais e segurança pública. Um dos pontos centrais é a criação da Força-Tarefa Nacional de Segurança da Copa (FT-Copa), que reunirá esforços do governo federal, estados, municípios e Polícia Federal para coordenar a operação do evento.
A legislação vai além das questões operacionais. O marco regulatório prevê ações voltadas para promoção da igualdade de gênero, combate à discriminação, valorização profissional das mulheres e ampliação da participação feminina no esporte. Também está prevista uma homenagem às pioneiras da Seleção Brasileira feminina: atletas que conquistaram a medalha de bronze no Mundial de 1988 e participantes da edição de 1991 receberão premiação individual de R$ 500 mil em reconhecimento à contribuição para o desenvolvimento da modalidade.
A entrevista também apresenta iniciativas que o governo pretende consolidar até a realização do Mundial. Entre elas estão a criação da Universidade Federal do Esporte, a ampliação do programa Arena Brasil para 500 municípios considerados socialmente vulneráveis e o reajuste do Bolsa Atleta, que atualmente beneficia mais de 11 mil esportistas. O ministro ainda destacou o programa TEAtivo, voltado à inclusão de pessoas autistas por meio do esporte, e a transformação da Lei de Incentivo ao Esporte em política pública permanente, medida que deve ampliar o investimento privado em projetos socioesportivos a partir de 2028.
Com a aproximação da Copa Feminina, o governo aposta que o torneio poderá reproduzir um efeito semelhante ao observado em outros países-sede, impulsionando não apenas o desenvolvimento esportivo, mas também o turismo, a economia criativa e a visibilidade internacional do país. A expectativa é que o evento represente um novo capítulo para o futebol feminino brasileiro, em um momento de crescimento da modalidade dentro e fora dos gramados.
Onde assistir A Copa que o Brasil quer ver, do consórcio N SPORTS – SBT • SBT – TV Aberta (o número do canal varia por estado) e plataforma gratuita de streaming SBT+ • N Sports – TV por assinatura (paga) CLARO TV (Canal 566), VIVO TV (Canal 567), SKY+, ZAPPING (Canal 24) e OI TV (Canal 171).


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