Valor representa uma redução de 2,6% em comparação com o lucro verificado em igual período de 2025

A Alupar, que atua nos segmentos de transmissão, geração e comercialização de energia, encerrou o terceiro trimestre com um lucro líquido regulatório de R$ 214,2 milhões, que representa uma redução de 2,6% com o verificado em igual etapa de 2025.

De acordo com a companhia, o desempenho foi favorecido pela entrada em operação de novos ativos, com destaque para a Transmissora Colombiana de Energia (TCE), na Colômbia, que iniciou as atividades em outubro de 2025.

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A transmissão representou, de julho a setembro, 80% da receita da companhia que, ainda pelo critério regulatório, somou R$ 980,3 milhões, alta de 9,2%.

A empresa afirma ter contado com o reajuste anual das receitas das transmissoras no Brasil. A Receita Anual Permitida (RAP) em IPCA foi reajustada em 4,72% e a RAP em IGP-M, em 1,95% para o ciclo 2026/2027.

Assim, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês), também no critério regulatório, chegou a R$ 773,2 milhões, avanço de 4%.

Já a dívida líquida, por sua vez, foi a R$ 9,7 bilhões, crescendo 5,3% em um ano. Com isso, a alavancagem financeira, medida pela relação dívida líquida por Ebitda, foi mantida em 3,2 vezes ainda no critério regulatório, mesmo patamar registrado no segundo trimestre deste ano.

De acordo com Luiz Coimbra, diretor de relações com investidores da Alupar, a expectativa é de continuidade no trabalho que vem sendo desenvolvido.

“Temos 15 projetos em implantação no Brasil, Chile, Colômbia e Peru. O mais recente deles foi conquistado nesta semana no Chile”, afirmou em referência ao projeto Pelarco–Trueno, que prevê duas novas subestações e 21 quilômetros de linhas de transmissão na região do Maule, ao sul de Santiago, com energização prevista para 2031. É a terceira concessão da Alupar no país.