Israel voltou a atacar a Faixa de Gaza neste sábado (20) numa nova ofensiva que matou nove palestinos, incluindo duas mulheres e uma criança, de acordo com profissionais de saúde do território. Leia mais (06/20/2026 - 15h22)

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20.jun.2026 às 15h22

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Israel voltou a atacar a Faixa de Gaza neste sábado (20) numa nova ofensiva que matou nove palestinos, incluindo duas mulheres e uma criança, de acordo com profissionais de saúde do território.

O ataque aéreo atingiu um prédio residencial no bairro de Sabra, na Cidade de Gaza. Um apartamento foi destruído e várias pessoas foram feridas, segundo socorristas. O exército israelense afirmou ter atacado um terrorista, sem dar mais detalhes.

Em outro ataque, forças israelenses mataram uma mulher em Beit Lahiya, uma cidade no norte de Gaza. Ao sul do território, em Khan Younis, outro bombardeio matou ao menos uma pessoa e feriu outras oito.

No centro da Faixa de Gaza, no campo de refugiados de Bureji, um novo ataque israelense matou mais três pessoas, incluindo um fotógrafo local.

As Forças Armadas de Israel não comentaram imediatamente nenhuma das ofensivas.

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Os ataques vêm na esteira de um cessar-fogo firmado em outubro entre o grupo terrorista Hamas e o Estado de Israel. Mesmo com a trégua, entretanto, os conflitos não cessaram, e mais de mil palestinos e quatro soldados israelenses foram mortos desde então.

Segundo Israel, o objetivo das operações é frustrar ataques iminentes do Hamas e de outros grupos terroristas.

Israel e Hamas estão em um impasse sobre a próxima etapa do plano para Gaza costurado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O plano prevê o desarmamento do Hamas e a retirada das forças israelenses.

Na quarta-feira (17), o enviado de paz de Trump a Gaza, Nickolay Mladenov, apresentou uma versão revisada do plano, abordando algumas das preocupações dos envolvidos enquanto preserva as "linhas vermelhas fundamentais" do plano Trump. Um dirigente do Hamas confirmou que o documento estava sendo analisado.

Israel afirma que o Hamas deve ceder o poder em Gaza, desarmar-se e não ter nenhum papel na governança futura do território. Já o grupo extremista vincula qualquer desarmamento completo ao lançamento de uma via política rumo ao estabelecimento de um Estado palestino.

Combatentes liderados pelo Hamas mataram 1.200 pessoas durante seu ataque transfronteiriço a Israel em 7 de outubr