Quatro dias após os terremotos de magnitude 7,5 e 7,2 que devastaram partes da Venezuela, as operações de busca e resgate avançam sob pressão crescente de familiares que cobram mais agilidade e maquinário pesado para remover os escombros. O balanço mais recente das autoridades venezuelanas aponta 1.430 mortos, mais de 3.000 feridos e 3.100 desabrigados, mas organismos internacionais alertam que os números devem crescer. A ONU estima que mais de 50 mil pessoas ainda estejam desapa

Quatro dias após os terremotos de magnitude 7,5 e 7,2 que devastaram partes da Venezuela, as operações de busca e resgate avançam sob pressão crescente de familiares que cobram mais agilidade e maquinário pesado para remover os escombros. O balanço mais recente das autoridades venezuelanas aponta 1.430 mortos, mais de 3.000 feridos e 3.100 desabrigados, mas organismos internacionais alertam que os números devem crescer. A ONU estima que mais de 50 mil pessoas ainda estejam desaparecidas e que cerca de 6,8 milhões foram afetadas pelos tremores, 2 milhões só na região de Caracas.