Depois de ter subido 1,48 euros na semana anterior (253,55 euros), "o cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do consumidor, cu...

O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste desceu 0,94 euros na última semana, fixando-se nos 252,62 euros, informou hoje a associação de defesa do consumidor.

A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.

Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Entre 19 e 26 de agosto, as salsichas Frankfurt registaram um aumento de 16% para 1,97 euros, o grão cozido subiu 15% para os 2,14 euros e a pescada fresca registou um acréscimo de 8%, para 11,09 euros por quilograma, os produtos com maiores aumentos de preços.

No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 10,79 euros (menos 4,46%).

Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 11,45 euros (menos 4,75%).

Já no início de 2022, era possível gastar menos 64,92 euros (uma diferença de 34,58%).

Em relação ao ano passado, a maior subida de preço verificou-se em produtos como o bacalhau graúdo (29% custando atualmente 19,71 euros por quilograma), o robalo (24% custando atualmente 10,32 euros por quilograma), e a couve-coração (22% custando atualmente 1,90 euros por quilograma).

Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (118% para 12,68 euros por quilograma), a couve-coração (91% para 1,90 euros) e o bacalhau graúdo (86% para 19,71 euros).

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