Na nota, a equipe de Raquel afirma que as acusações do PSB não têm provas - Arthur Botelho/Folha de Pernambuco A campanha da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) reagiu às críticas feitas pela equipe jurídica do candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB), que anunciou, na manhã desta quinta-feira (27), que está ingressando com uma série de ações em diferentes órgãos contra a suposta existência de um gabinete do ódio comandado pela gestão dela contra o socialista. 

Na nota, a equipe de Raquel afirmou que irá recorrer à Justiça contra o que classificou como acusações sem provas. Defendeu a atuação da governadora diante de uma denúncia envolvendo um servidor.

Segundo a campanha, o PSB estaria substituindo a discussão de propostas por acusações durante o período eleitoral. A equipe de Raquel também questionou o anúncio de medidas baseadas em uma denúncia que, segundo a nota, não teria provas.

A campanha reforçou ainda que Raquel determinou a exoneração imediata do servidor citado e a apuração dos fatos. Para a equipe, a decisão demonstra que a governadora tomou providências diante da situação.

No comunicado, também é informado que os advogados da equipe já foram acionados para responsabilizar judicialmente quem, segundo a nota, estiver produzindo ou divulgando informações falsas contra Raquel.

Confira a nota na íntegra: 

NOTA DA CAMPANHA — RAQUEL LYRA GOVERNADORA

A poucas semanas da eleição, o PSB continua usando suas velhas práticas, trocando o debate de propostas por uma coletiva de acusações. Anuncia ações que ainda não existem, baseadas numa denúncia sem provas. Quem tem trabalho a mostrar mostra trabalho; quem não tem convoca a imprensa para anunciar processos.

A campanha de Raquel Lyra é feita à luz do dia, com nome, rosto e assinatura. Foi a governadora quem, diante da conduta de um servidor, determinou sua exoneração imediata e a apuração dos fatos. É assim que age quem não tem nada a esconder: aponta o erro e apura, não terceiriza ataques nas sombras.

A tentativa de transformar acusação em fato, sem prova e no calendário eleitoral, será enfrentada onde deve ser: na Justiça. A campanha já aciona seus advogados para responsabilizar quem constrói e propaga mentiras contra a governadora. Difamar é crime, e será tratado como tal.

Enquanto o adversário fala de ódio, Raquel Lyra segue falando com coração e, acima de tudo, trabalhando para continuar mudando a vida das pessoas.