Vale pastel A “militância” e “mobilização de rua” também não está lá por acaso. Custou mais de meio bilhão de reais, exatos R$ 516.859.588,10. Burras cheias O Facebook é o “fornecedor” que mais faturou nesta eleição, e só estamos no primeiro turno. Foram mais de R$ 236,7 milhões. Flávio no topo Flávio Bolsonaro (PL) foi quem mais gastou com a plataforma, o candidato já registrou R$ 4.950.000,00 com as redes sociais. Dobradinha petista Lula (PT), o segundo, gastou R$ 2.590.000,00. É seguido por Fernando Haddad (PT), candidato ao governo de São Paulo, R$ 2.539.890,00. Interferência do Judiciário tem resultados ‘mistos’ A interferência do Judiciário em eleições mundo afora tem resultados mistos. O caso mais famoso, no ano 2000, nos EUA, teve decisão da Suprema Corte para suspender recontagem manual de votos no estado da Flórida; ganhou o candidato da oposição George W. Bush. Na Ucrânia, em 2004, o Supremo anulou o 2º turno vencido por Viktor Yanukovych, candidato do governo, e mandou repetir a votação. Viktor Yushchenko, candidato da oposição a presidente, venceu o repeteco. Interferiu não mudou Na Áustria, em 2016, o Tribunal Constitucional anulou o 2º turno por falhas no voto postal; Alexander Van der Bellen venceu antes e depois. Sem alteração No Quênia, em 2017, a Suprema Corte anulou a reeleição de Uhuru Kenyatta; ele venceu a repetição, boicotada por Raila Odinga. Mudou o resultado Na Romênia, o Tribunal Constitucional anulou a eleição de 2024 vencida por Călin Georgescu, que acabou impedido. Seu substituto foi derrotado. Boa ou má notícia? É a maior de todos os tempos a delegação da Organização de Estados Americanos (OEA) que vai acompanhar a eleição no Brasil, neste domingo (4). São 91 observadores no DF e outros 20 estados do País. TSE e não TRE A decisão que vetou Deltan Dallagnol (Novo) de pedir votos para si não é do TRE-PR, como registrou a coluna na edição de sexta-feira (2). Foi coisa do Tribunal Superior Eleitoral.