A cidade portuguesa integra uma seleção da Condé Nast Traveller dedicada a destinos europeus alternativos para o verão de 2026...
A cidade portuguesa integra uma seleção da Condé Nast Traveller dedicada a destinos europeus alternativos para o verão de 2026. A lista foi pensada para viajantes que procuram fugir aos roteiros mais previsíveis e descobrir cidades com identidade, património e experiências menos massificadas.
Braga foi incluída pela Condé Nast Traveller numa seleção de destinos europeus alternativos para o verão de 2026. A publicação internacional destaca a cidade portuguesa como uma das propostas a considerar por quem procura fugir aos destinos mais procurados da época alta e descobrir lugares com história, cultura e autenticidade.
Apresentada como uma das cidades mais antigas de Portugal, Braga surge ao lado de destinos como Ourense, Tallinn, Lago Thun, Bordéus, Roterdão, Bergen, Mostar e Liubliana. A revista de viagens britânica valoriza na cidade portuguesa o património histórico da cidade, a gastronomia tradicional e locais emblemáticos como a Sé de Braga e o Bom Jesus do Monte.
Conheça os outros destinos europeus alternativos para descobrir neste verão.
Com uma história que remonta ao período romano, Ourense, na Galiza, afirma-se hoje como uma alternativa mais tranquila aos destinos espanhóis mais procurados durante o verão. Há cerca de dois mil anos, os romanos instalaram-se nesta cidade, conhecida pelas suas águas termais, que continuam a ser uma das principais referências locais. As Termas da Chavasqueira e as Termas de Outariz estão entre os espaços recomendados para quem procura momentos de descanso.
A cidade convida também a uma descoberta a pé, entre o centro histórico, a Catedral e a Plaza Mayor. Do Miradouro de Montealegre é possível obter uma vista ampla sobre Ourense, enquanto a gastronomia local se revela nos bares de tapas e restaurantes tradicionais. Apesar de o verão ser uma boa altura para visitar a cidade com menos pressão turística do que noutros destinos espanhóis, o Carnaval, em fevereiro, é um dos momentos mais marcantes do calendário local.
Onde ficar: o Barceló Ourense, unidade de quatro estrelas situada entre a Ponte Vella e o centro histórico, é uma das opções sugeridas.
Frequentemente preterida face aos destinos do Mediterrâneo, Tallinn tem vindo a afirmar-se como uma opção a considerar para uma escapadinha europeia. A capital da Estónia destaca-se pela Cidade Velha medieval, classificada como Património Mundial da UNESCO, onde se cruzam igrejas góticas, muralhas, torres e telhados de terracota.
A colina de Toompea oferece uma das melhores vistas sobre o centro histórico. Já ao final do dia, o bairro de Kalamaja permite descobrir uma outra face da cidade, marcada por casas tradicionais de madeira e pela proximidade à Baía de Tallinn. Durante o verão, os dias longos e as noites luminosas reforçam o apelo da cidade, que pode servir também de ponto de partida para explorar as ilhas próximas.
Onde ficar: o Schlössle Hotel, na Cidade Velha, é uma opção para quem procura uma estadia com ambiente histórico. Para uma alternativa mais reservada, o ÖÖD Mirror House fica numa zona florestal, a cerca de 40 minutos a oeste de Tallinn.
Menos mediático do que os lagos de Genebra ou Lucerna, o Lago Thun surge como uma alternativa para quem procura natureza, paisagem alpina e atividades ao ar livre. Situado na região do Oberland Bernês, é frequentemente visitado em conjunto com o Lago Brienz, separado pela cidade de Interlaken.
No verão, o lago permite conjugar banhos, passeios de barco e desportos aquáticos, como vela, caiaque ou wakeboard. Para os viajantes mais experientes, a região oferece ainda trilhos de montanha, incluindo percursos associados ao Eiger e à zona de Jungfrau. Para quem prefere um ritmo mais calmo, as adegas, lojas de queijo e castelos junto ao lago permitem organizar um roteiro gastronómico e cultural de ferry.
Onde ficar: o Hotel Schlossberg é uma das opções recomendadas, em particular pelos quartos com vista para a montanha.
Braga surge na seleção como uma das cidades portuguesas a descobrir fora dos circuitos turísticos mais previsíveis. Considerada uma das cidades mais antigas do país, continua a ser muitas vezes ofuscada pela proximidade ao Porto, embora reúna património histórico, vida urbana e uma oferta gastronómica própria.
O centro histórico, marcado por ruas estreitas e empedradas, concentra restaurantes de cozinha tradicional portuguesa e vários pontos de interesse. Entre os locais destacados estão a Sé de Braga, a mais antiga catedral portuguesa, com origem no século XI, e o Bom Jesus do Monte, conhecido pela escadaria monumental, pelas capelas e pelas fontes.
Onde ficar: o Vila Galé, instalado num edifício histórico no centro da cidade, é uma das opções sugeridas para uma estadia em Braga.
Embora não seja um destino desconhecido, Bordéus apresenta-se como uma alternativa menos congestionada face a Paris durante os meses de verão. A cidade francesa combina património, cultura urbana, proximidade ao mar e uma forte ligação ao vinho, sendo conhecida pelos seus edifícios históricos e pela oferta enoturística.
Com grande parte do centro acessível a pé, Bordéus permite visitar monumentos como o Grand Théâtre, a Torre Pey-Berland e a Basílica de Saint-Seurin. Fora da cidade, a região da Gironda abre caminho a alguns dos mais reconhecidos châteaux e produtores de vinho franceses.
Onde ficar: o Mondrian Bordeaux Les Carmes, situado nos arredores, permite combinar a experiência urbana com a proximidade à zona rural e vinícola.
6. Roterdão, Países Baixos



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