A defesa da lobista Roberta Luchsinger (foto), amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, pediu na quinta-feira, 20, ao ministro André Mendonça, do Supre...

Advogados alegam que exploração dos dados telemáticos de Roberta Luchsinger foi autorizada para outra finalidade

Foto: reprodução Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR

A defesa da lobista Roberta Luchsinger (foto), amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, pediu na quinta-feira, 20, ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a paralisação do inquérito sobre tráfico de influência em negócios com o governo Lula (PT).

Segundo O Globo, os advogados alegam que as provas obtidas pela Polícia Federal seriam ilícitas, dado que a exploração dos dados telemáticos de Roberta foi autorizada para outra finalidade.

Eles sustentam que a quebra de sigilo autorizada no contexto da Operação Sem Desconto não teria relação com o suposto tráfico de influência realizado pela lobista.

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para enviar os inquéritos sobre o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), para a primeira instância.

Chefiado por Paulo Gonet, procurador indicado para o cargo pelo presidente Lula, o órgão alega que não há investigados com foro privilegiado.

André Mendonça, que é o relator de dois dos três inquéritos abertos sobre Lulinha, ainda não se manifestou sobre a questão.

O terceiro inquérito está sob a alçada do ministro Flávio Dino.

Mendonça já sinalizou a interlocutores que não deve abrir mão dos inquéritos.

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