O primeiro grande exame à Seleção Nacional, desde o momento do sorteio, ficou agendado para o duelo com a Colômbia. É sempre para ganhar e não interessa o que ficou para trás. Roberto Martínez pode não ver vantagens em acabar no topo do grupo, mas é muito diferente estar na pele do Japão e levar com o Brasil pela frente logo a abrir o mata-mata, ou reservar a primeira cimeira apenas para os quartos-de-final depois de duas rondas mais geríveis. Isto sem contar com tempo de descanso mais favorável. A lógica do temos de jogar contra todos, ou temos de bater quem nos aparecer pela frente, até pode valer, mas é preciso lembrar que um milagre como o do Euro’2016, certame onde só vencemos Gales nos 90’, acontece uma vez na história.

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