Partidos vão ter o primeiro contacto com o Orçamento e venda da TAP cumpre etapa decisiva. Fique a par dos principais acontecimentos que vão marcar a semana ...
O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e o Ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, iniciam na segunda-feira as reuniões sobre o Orçamento do Estado com os partidos representados no Parlamento. O primeiro encontro é com o grupo parlamentar do Chega, às 17h, seguindo-se o do PS, às 18h. Os restantes partidos são recebidos na terça-feira ao longo do dia, com exceção da Iniciativa Liberal, que só reúne na quarta.
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As reuniões servem para o Governo partilhar com os partidos as linhas gerais do Orçamento do Estado para 2027 e ouvir propostas. Nos últimos dias, os partidos têm insistido na necessidade de novas medidas para ajudar os portugueses com o aumento do custo de vida, como a descida do IVA nos combustíveis e num cabaz de alimentos essenciais ou novas isenções de portagens. O Executivo não tem mostrado abertura a estas propostas, insistindo na necessidade de manter o equilíbrio orçamental.
O Conselho de Finanças Públicos avançou, na sexta-feira, com uma estimativa de excedente de 0,2% do PIB este ano e um défice de 0,2% em 2027.
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A Cabral Moncada Leilões realiza a 28 de setembro, pelas 18h00, um leilão dedicado a Antiguidades e Obras de Arte, numa sessão que cruza pintura portuguesa de autor, porcelana chinesa, escultura, artes decorativas, prata e joalharia.
Uma das obras em destaque no leilão é um retrato de Maria Amália de Habsburgo, arquiduquesa de Áustria e duquesa de Parma (1746-1804), de Francisco Vieira Portuense (1765-1805). O catálogo inclui também José Malhoa, Columbano Bordalo Pinheiro, Aurélia de Souza, António Carneiro, Carlos Botelho, Maria Helena Vieira da Silva e Paula Rego e Manuel Cargaleiro. Há também um estudo de Almada Negreiros para o painel da Gare Marítima de Alcântara.
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A Comissão Europeia divulga o Sentimento Económico na Zona Euro em setembro, depois do indicador ter subida em agosto pelo quarto mês consecutivo, atingindo os 98,4 pontos. Segundo a Trading Economics, o consenso aponta para uma ligeira subida este mês para os 99 pontos.
Uma melhoria virá reforçar as boas perspetivas deixadas a semana passada pelos inquéritos aos gestores de encomendas (PMI), que apontaram para uma aceleração da atividade económica para um máximo de três anos.
Em Portugal, o INE divulga às 9h30 os inquéritos de conjuntura às empresas e consumidores referentes a setembro. Em agosto, o indicador de confiança dos consumidores diminuiu para -20,1 pontos, após ter registado aumentos mensais entre maio e julho.
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A corrida para a aquisição de 44,9% do capital da TAP, a que se somam 5% reservados preferencialmente para os trabalhadores, está na reta final. A Lufthansa e a Air France-KLM têm até ao dia 30 de setembro para entregarem à Parpública a última cartada para ganharem a corrida à privatização da TAP.
Segue-se a elaboração de uma avaliação final pela Parpública que servirá de base para a decisão do Governo, que fixou um prazo de até 15 dias após a receção das ofertas melhoradas para comunicar aos dois grupos o vencedor da privatização.
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A evolução dos preços vai estar em destaque na terça-feira. Depois da variação homóloga da inflação em Portugal ter acelerado para 3,3% em agosto, devido sobretudo à subida de 12,2% nos produtos energéticos, o dado preliminar de setembro dirá se os combustíveis continuaram a empurrar a inflação para cima. As subidas registadas este mês apontam nesse sentido, com a Trading Economics a prever uma aceleração para os 3,4%.
No mesmo dia é divulgada a estimativa rápida da inflação em França, Itália e Alemanha. Na sexta-feira, é a vez do indicador para a Zona Euro, com os investidores atentos à transmissão dos preços da energias a outros produtos e serviços. “Com a inflação subjacente ainda no mesmo nível em que se encontrava antes do início da guerra no Médio Oriente — 2,4% tanto em fevereiro como em agosto —, as atenções voltarão a centrar-se na possibilidade de estarem a surgir sinais de efeitos de segunda ordem”, assinala o ING. O BCE também vai estar atento.
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