Aos 15 minutos, na sequência de um canto batido por Tim Payne, o defesa Finn Surman apareceu na área a desviar para o fundo das redes, colocando os oceânicos em vantagem e obrigando o Egipto a correr atrás do resultado. Os números do jogo traduzem o domínio progressivo do Egipto: 56% de posse de bola contra 44% e 19 remates, sete deles enquadrados, frente aos 12 da Nova Zelândia, cinco à baliza. O triunfo tem um peso especial, por representar a primeira vitória de sempre da selecção e
A reviravolta dos FaraósA Nova Zelândia adiantou-se cedo no marcador. Aos 15 minutos, na sequência de um canto batido por Tim Payne, o defesa Finn Surman apareceu na área a desviar para o fundo das re
Este artigo foi indexado de uma fonte externa. Leia na íntegra no veículo original.