Renan Santos (Missão) responde sobre estado de defesa Após já ter declarado admiração pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, o candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, foi questionado sobre o tema durante sabatina do g1 e da GloboNews, nesta quarta-feira (5). Renan afirmou que admira a "capacidade de ação e resolução do Estado" de Bukele, mas negou que pretenda reproduzir no Brasil medidas como prisões sem mandado judicial, julgamentos coletivos ou detenções basea
Renan Santos (Missão) responde sobre estado de defesa Após já ter declarado admiração pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, o candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, foi questionado sobre o tema durante sabatina do g1 e da GloboNews, nesta quarta-feira (5). Renan afirmou que admira a "capacidade de ação e resolução do Estado" de Bukele, mas negou que pretenda reproduzir no Brasil medidas como prisões sem mandado judicial, julgamentos coletivos ou detenções baseadas apenas em denúncias anônimas. Segundo o candidato, as políticas adotadas em El Salvador respondem a uma realidade diferente da brasileira e não poderiam ser simplesmente transplantadas para cá. Renan disse que pretende atuar dentro dos limites da Constituição e defendeu que o enfrentamento ao crime organizado leve em conta as características de facções como o PCC. "Eu não sou o Bukele, eu sou brasileiro. Meu nome é Renan Santos. Eu não sou neto de palestinos. Eu tenho outra família, eu nasci na Mooca. Eu moro no Brasil", afirmou. SAIBA MAIS: Renan Santos diz que, se eleito, não vai cumprir decisões monocráticas do STF, vai compor com o Centrão e propõe metas para prefeitos Renan Santos diz que não vai cumprir decisões monocráticas do STF O candidato à Presidência disse admirar a capacidade do governo salvadorenho de enfrentar o crime organizado, o presidenciável afirmou que o contexto brasileiro é diferente e que sua atuação respeitará os limites da Constituição. Questionado sobre o modelo de segurança pública implementado pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, Renan Santos afirmou que admira a "capacidade de ação e resolução do Estado", mas negou que pretenda reproduzir no Brasil medidas como prisões sem mandado judicial, julgamentos coletivos ou detenções baseadas apenas em denúncias anônimas. Natuza Nery, Andréia Sadi e Renan Santos (Missão) Globo/João Cotta Segundo Renan, as políticas adotadas em El Salvador respondem a uma realidade diferente da brasileira e não poderiam ser simplesmente transplantadas para o país. Ele disse que pretende atuar dentro dos limites da Constituição e defendeu que o enfrentamento ao crime organizado leve em conta as características de facções como o PCC. "A vontade de agir para resolver esses problemas tem que ser a mesma", afirmou. Durante a entrevista, Renan foi questionado ponto a ponto sobre medidas adotadas pelo governo Bukele. Ele respondeu que não defende prisões sem mandado nem o aumento do tempo de prisão sem ordem judicial, por considerar que a Constituição exige autorização da Justiça. Também afirmou que não apoia julgamentos coletivos e disse que o enquadramento de integrantes de facções deve ser precedido de investigação. Sobre o habeas corpus, porém, defendeu restringir o benefício para condenados por crimes hediondos. Veja a íntegra da entrevista: Veja a íntegra da entrevista de Renan Santos (Missão) ao g1 e à GloboNews




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