A seleção iniciou o jogo contra o Haiti com uma nova formação tática, com um trio no meio-campo (Casemiro pelo centro, Bruno Guimarães pela direita e Paquetá pela esquerda), dois atacantes (Raphinha e Vini Jr), além de Matheus Cunha centralizado, entre o meio-campo e os dois atacantes. Leia mais (06/20/2026 - 15h31)
Cronista esportivo, participou como jogador das Copas de 1966 e 1970. É formado em medicina
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20.jun.2026 às 15h31
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A seleção iniciou o jogo contra o Haiti com uma nova formação tática, com um trio no meio-campo (Casemiro pelo centro, Bruno Guimarães pela direita e Paquetá pela esquerda), dois atacantes (Raphinha e Vini Jr), além de Matheus Cunha centralizado, entre o meio-campo e os dois atacantes.
Vini pela esquerda e Raphinha pela direita entravam em diagonal e recebiam a bola entre o zagueiro e o lateral ou nas costas dos defensores bastantes adiantados. Assim saíram os três gols. E a seleção poderia ter feito outros, facilitada pela fragilidade do adversário.
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Vini, mais uma vez, foi brilhante. No segundo tempo, com a vitória garantida, a equipe relaxou, mas mesmo assim criou mais umas três chances claras de gol. Entraram vários jogadores e com isso mudou a maneira de jogar do time brasileiro.
A formação tática foi a ideal para esse jogo. Provavelmente, Ancelotti viu as partidas do Haiti e organizou a equipe de acordo com o momento. Em outras situações, ele deverá mudar a escalação e a estratégia.
Essa flexibilidade é um dos pontos positivos da carreira do técnico. Ele já disse que a seleção não tem uma só identidade. Baseado nisso, contra os mais fortes adversários penso que a melhor estrutura tática seria recuar um pouco a marcação para contra-atacar e aproveitar a velocidade dos atacantes brasileiros e os espaços aumentados na defesa do outro time.
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