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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) reafirmou, durante um ato em Marabá (PA), que pretende endurecer o combate ao crime organizado e declarou que vai “declarar guerra aos narcoterroristas” a partir de janeiro de 2027. Além disso, prometeu penas de pelo menos oito anos para ladrões de celulares e defendeu a castração química para estupradores.

Flávio também prometeu ampliar a regularização fundiária no Pará, garantir a propriedade privada e viabilizar obras consideradas necessárias para a região. Enquanto isso, o candidato seguiu com sua agenda eleitoral em Manaus (AM), onde buscaria reforçar propostas de segurança pública e desenvolvimento econômico para o Norte.

Flávio reforça que manterá o Bolsa Família se eleito

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) publicou um vídeo nas redes sociais para negar que pretende acabar com o Bolsa Família caso vença a eleição. Além disso, afirmou que os beneficiários continuarão recebendo o auxílio e defendeu uma regra de transição para quem conseguir emprego formal ou abrir uma empresa. Segundo ele, essas pessoas poderiam manter o benefício por até dois anos.

A declaração ocorreu após Daniella Marques, integrante da equipe econômica da campanha, explicar a proposta de transição, que aliados do presidente Lula passaram a criticar. Flávio acusou a campanha adversária de divulgar informações falsas e afirmou que o objetivo de sua proposta é incentivar a autonomia financeira dos beneficiários. Entretanto, o plano prevê a saída do programa após 24 meses de permanência no emprego ou na atividade empresarial, com possibilidade de retorno em caso de demissão durante esse período.

A tática de Trump contra Hillary em 2016 que se repetiu no debate entre Flávio e Lula

A movimentação do senador Flávio Bolsonaro (PL) atrás do presidente Lula (PT) durante o debate da Band, realizado neste domingo (18), repetiu uma cena que circulou bastante durante a eleição presidencial dos Estados Unidos em 2016.

Naquele ano, o então candidato republicano Donald Trump chamou atenção ao permanecer atrás da então candidata democrata à Presidência Hillary Clinton enquanto ela respondia a perguntas dos eleitores durante um debate presidencial.

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