“Curiosamente, desapareceu justamente no período eleitoral” Vereador Rubinho Nunes (União-SP) sobre a taxa das blusinhas, criada na gestão Lula
Inadimplentes cresceram após ‘Desenrola 2.0’ O suposto sucesso do programa Desenrola 2.0, que Lula tenta usar para arrancar votos dos endividados, não encontra sustentação nos números. Desde o início, em maio deste ano, o número de inadimplentes no Brasil só aumentou. Levantamento da Serasa Experian traz o mapa da inadimplência e negociação de dívidas com números assustadores: são 83,9 milhões de inadimplentes no país em julho, edição mais recente do levantamento, com valor total das dívidas batendo nos R$586 bilhões. Queimou a largada No lançamento do programa, o mapa registrava 83,5 milhões de inadimplentes. No mês seguinte, o índice subiu e bateu nos 83,7 milhões. Cenário desesperador O mesmo documento mostra que o valor médio devido por pessoa alcança os R$6.987,23 (julho). Subiu 0,96% em relação a junho. Efeito Malddad Quando Lula assumiu, eram 70,09 milhões de endividados. Número alto, mas distante dos atuais 83,9 milhões. No vermelho O estado com mais inadimplentes é o Amapá, de Davi Alcolumbre (União) e Randolfe Rodrigues (PT), com 64,8% da população. Nunes Marques presidirá o STF no pós-Moraes Atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Kassio Nunes Marques é o próximo da fila para assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) após Alexandre de Moraes, sucessor previsto para comandar a Corte por dois anos a partir de setembro de 2027. No STF funciona assim: é “eleito” presidente o ministro com o maior tempo de Supremo que ainda não tenha exercido o cargo. Ordem não muda Na possibilidade de Moraes não assumir o cargo no ano que vem, nada muda: Nunes Marques será presidente seguinte. Vice assume Daqui a um ano Nunes Marques assume a vice-presidência do STF no lugar de Alexandre de Moraes, que hoje ocupa essa função. Ordem natural Após Nunes Marques será a vez de André Mendonça, que assumirá a presidência do STF em 2031. Ação já tem Coube ao deputado Carlos Jordy (PL-RJ) representar contra Paulo Gonet, o procurador-geral, com denúncia (de 17 páginas) por crime de responsabilidade, após revelada a relação íntima com Daniel Vorcaro. Alerta grave Segundo a Transparência Internacional Brasil, “o que está em jogo é um colapso institucional na mais alta instância do sistema de Justiça, com potencial para contaminar o processo eleitoral e favorecer sua captura por forças populistas e autoritárias”.




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